Ao longo de 2025, à exceção da alta tecnologia, todas as demais faixas da indústria de transformação apontaram redução de atividade, com duas delas terminando o ano no vermelho.
Agenda de ações proposta pelo IEDI para o Brasil retomar um processo de desenvolvimento econômico, social e ambiental.
O ano teve início com expansão da indústria brasileira. A alta de jan/26 chegou a +1,8% já descontados os efeitos sazonais, o que não é desprezível para o padrão recente.
Valor Econômico
O dinamismo industrial brasileiro, que havia ganhado tração em 2024, não resistiu ao quadro de elevadas taxas de juros de 2025 e voltou a se retrair.
O ano começou com reação da indústria brasileira, ainda que não tenha compensado os meses e adversidade do final de 2025.
Valor Econômico
A economia brasileira ficou parada nos dois últimos trimestres do ano passado, registrando o semestre mais fraco desde a pandemia, enquanto o PIB da indústria voltou a se contrair.
Valor Econômico
Os dados do IBGE desta manhã confirmam o quadro de desaceleração econômica do país: estagnação do consumo das famílias e recuo expressivo dos investimentos travaram o PIB no 4º trim/25 e aprofundaram as perdas da indústria, notadamente na construção e na indústria de transformação.
A assimetria da balança comercial brasileira continuou se agravando em 2025, com a ampliação do superávit em bens e serviços de menor intensidade tecnológica e aprofundamento do déficit de itens mais tecnológicos.
2025 terminou com a indústria brasileira de volta ao vermelho no último trimestre, freada sobretudo pelos ramos de bens de capital e de consumo duráveis, refletindo claramente o peso da conjuntura de elevadas taxas de juros sobre o setor.
Valor Econômico
A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.
A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.
O Estado de São Paulo
A indústria importa para o progresso dos países e ocupa um papel central na busca atual por sustentabilidade socioambiental, ao explorar economias de escala, criar encadeamentos produtivos, gerar oportunidades de empregos melhores e promover difusão tecnológica.
A UNIDO aborda os desafios e oportunidades que se apresentam aos países em desenvolvimento no contexto de cinco megatendências que estão remodelando a indústria global.
Em 2025, a produção da indústria brasileira cresceu +0,6%, segundo os dados de hoje do IBGE.
BBC
O Estado de São Paulo
A indústria manufatureira mundial deu mais uma prova de resiliência no 3º trim/25, segundo os últimos dados da UNIDO.
Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.
Valor Econômico
Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.
Em estudo recente, a OCDE defende que políticas industriais e de inovação devem se tornar ecossistêmicas.
Valor Econômico
Valor Econômico
A OCDE examina a convergência de tecnologias emergentes e abordagens ecossistêmicas na política industrial, destaca a importância de visão estratégica e da experimentação de políticas públicas.
O desempenho da indústria brasileira mudou de direção em 2025, interrompendo a aceleração verificada ao longo de 2024.
A indústria brasileira caminha para encerrar 2025 quase sem crescimento, em um quadro de juros elevados e incertezas externas.
A indústria de transformação registrou mais um resultado negativo no 3º trim/25, mas os ramos de alta tecnologia conseguiram crescer, embora isso possa não se sustentar.
Após passar a maior parte de 2024 com resultados trimestrais acima de +3%, a indústria brasileira perdeu fôlego e registrou variação de apenas +0,5% no 3º trim/25.
A indústria de transformação registrou mais um resultado negativo no 3º trim/25, mas os ramos de alta tecnologia conseguiram crescer, embora isso possa não se sustentar.
No Brasil, assim como na América Latina como um todo, a produtividade cresce muito pouco e é bastante heterogênea.
Estudos avaliam a situação da produtividade na América Latina e Brasil e sua evolução recente, apontando oportunidades de melhora e da atuação de política pública.
No 3º trim/25, as exportações da indústria de transformação brasileira para os EUA tiveram a perda mais intensa desde a pandemia, mas muito concentrada em bens de média e média-baixa intensidade tecnológica.
Os últimos dados do IBGE indicam que o crescimento do PIB brasileiro continuou desacelerando no 3º trim/25. Desta vez, o consumo das famílias ficou praticamente estagnado, ensejando nova perda de ritmo nos serviços.
Valor Econômico
O Globo
No 3º trim/25, as exportações da indústria de transformação brasileira para os EUA tiveram a perda mais intensa desde a pandemia, mas muito concentrada em bens de média e média-baixa intensidade tecnológica.
No 3º trim/25, sob efeito das tarifas de importação impostas pelo governo Trump, as exportações da indústria brasileira para os EUA caíram -14,5%. Foi a perda mais intensa desde a pandemia na comparação interanual.
O resultado dos dez primeiros meses do ano indica um nível de atividade industrial de apenas ¼ do que era em igual acumulado em 2024.
O Estado de São Paulo
Valor Econômico
Valor Ecoômico
A insuficiência da nossa infraestrutura compromete a competitividade e atrasa o progresso do país. O problema não é novo, mas as deficiências na área podem aumentar frente às mudanças do comércio mundial, à transição climática e às transformações tecnológicas.
Valor Econômico
As sucessivas revisões de cenário do FMI indicam certa acomodação, mas o crescimento do PIB global seguirá mais fraco do que a média pré-pandemia.
A pesquisa divulgada hoje pelo IBGE mostra que a produção industrial brasileira voltou a se contrair em set/25, depois do avanço registrado no mês anterior.
Em 2025, a perda de fôlego industrial do Brasil tem feito o país rapidamente perder posições no ranking, construído pelo IEDI, com os parques industriais mais dinâmicos do mundo.
Os últimos dados divulgados pela UNIDO (United Nations Industrial Development Organization) apontam que a produção da indústria de transformação global cresceu +1,1% no 2º trim/25 ante o trimestre anterior, enquanto no Brasil desacelerou para -0,6%.
A produção manufatureira mundial apresentou destacada resiliência em meio às tensões comerciais e cresceu bem à frente da indústria brasileira.
Valor Econômico
Os diferentes regimes de tributação do lucro das empresas, a princípio motivados pela simplificação, levaram a uma disparidade de alíquotas efetivas, favorecendo a “pejotização”, desincentivando o crescimento das empresas e prejudicando o ambiente concorrencial.
O Globo
Folha de São Paulo
Nos últimos anos, o gasto tributário tem crescido expressivamente, sem uma devida avaliação das desonerações e pesando sobre o equilíbrio fiscal, mas também há distorções competitivas e distributivas menos discutidas associadas a eles.
Valor Econômico
O aumento de tarifas de importação dos EUA mais do que uma guinada protecionista, significa uma aceleração do processo de transformação da governança global.
O Estado de São Paulo
Valor Econômico
Veja
Embora três dos quatro grupos da indústria por intensidade tecnológica tenham desacelerado no 2º trim/25, aqueles mais intensivos em tecnologia foram os que pisaram mais fortemente no freio.
Ainda que o novo aumento de tarifas pelos EUA venha a prejudicar o desempenho exportador brasileiro, ao menos na primeira metade de 2025, os bens industriais de maior intensidade tecnológica conseguiram ampliar seus embarques.
Carta Capital
O Globo
Valor Econômico
O Globo
Valor Ecômico
Além da alta informalidade, o aumento de práticas ilegais de certas empresas e a entrada de grupos criminosos em atividades econômicas lícitas colocam em risco a segurança pública, mas também criam um ambiente de concorrência desleal e geram grandes ineficiências econômicas.
Folha de São Paulo
Valor Econômico
Valor Econômico
Valor Econômico
O Estado de São Paulo
O aumento dos juros no segundo semestre e a forte desvalorização cambial comprometeram a rentabilidade da indústria brasileira em 2024, levando sua margem líquida a patamares inferiores a 2020, ano do choque da pandemia.
Valor Econômico
Em mai/25, o recuo da indústria atingiu a maioria dos seus parques regionais, inclusive São Paulo e o Nordeste, cuja produção também encolheu no acumulado de jan-mai/25.
Folha de São Paulo
Valor Econômico
A China se tornou a “fábrica do mundo”, mas em um ritmo bastante acelerado vem também se firmando como um polo inovativo inconteste, constituindo competências industriais de alta tecnologia.
No 1º trim/25, os grupos de maior intensidade tecnológica foram os que mais desaceleraram, embora tenham se mantido com um desempenho superior ao agregado da indústria de transformação.
O Globo
Embora não faltem especulações sobre ganhadores e perdedores da elevação de tarifas comerciais pelos EUA, os cenários mais recentes dos organismos multilaterais indicam enfraquecimento do PIB global e do comércio internacional.
No 1º trim/2025, o déficit da balança de bens da indústria de transformação voltou a aumentar, devido a um desempenho inferior dos ramos de menor intensidade tecnológica.
Em 2024, devido ao crescimento robusto e difundido entre os diferentes ramos da indústria, o emprego industrial se expandiu, superando o aumento do emprego do agregado do setor privado.
Em 2024, o Brasil comprou mais e de mais parceiros internacionais do que conseguiu ampliar e diversificar nossas exportações de manufaturados, o oposto do que precisaria fazer para enfrentar as mudanças atuais no comércio mundial.
O Brasil melhora sua posição no ranking global da manufatura, mas sem ampliar sua participação no valor adicionado total do setor.
A indústria de transformação ampliou sua produção em 2024, apresentando especificidades em relação à última década, o que também inclui a distribuição deste dinamismo entre suas diferentes faixas de intensidade tecnológica.
Há muitos produtos coincidentes que Brasil e China exportam para os EUA e nossos embarques poderiam ser favorecidos com a imposição de alíquotas sobre as exportações chinesas.
Em 2024, embora as exportações de bens industriais de alta tecnologia e de média-baixa tenham aumentado, apenas este último grupo melhorou seu saldo de balança.
