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                          Carta IEDI

                          Edição 1355
                          Publicado em: 10/04/2026

                          Sinal de inflexão do emprego industrial

                          Sumário

                          A criação de empregos pelo setor privado continuou aquecida em 2025, a despeito da perda de tração do PIB ao longo do ano, em muito devido aos efeitos da política de altas taxas de juros do Banco Central. Nem por isso, deixou de haver claros sinais de acomodação no mercado de trabalho.

                          Após uma alta de +2,7% em 2024, o número de ocupados no setor privado como um todo desacelerou para +1,6% em 2025, encerrando o ano com um ritmo que é metade disso: +0,8% no 4º trim/25 ante o 4º trim/24.

                          Em geral, o emprego na indústria se saiu razoavelmente melhor do que no total do setor privado, com uma taxa de crescimento superior e uma perda de vigor mais branda em comparação com 2024. Na indústria de transformação, o número de ocupados cresceu +2,1% em 2025 ante +2,9% em 2024 e na indústria extrativa, +6,3% ante +6,8% no ano anterior.

                          A expansão mais robusta do ramo extrativo vis-à-vis a indústria de transformação não surpreende, dado que sua produção (+4,9% ante -0,2%, respectivamente) e seu valor adicionado (avançaram bem mais no ano passado (+8,6% ante -0,2%), como discutido nas Análises IEDI de 03/02/26 e de 03/03/26. O que chama atenção é a intensidade do aumento de vagas na indústria de transformação em um ano difícil, em que seu nível de atividade voltou ao vermelho.

                          Dentre os setores da indústria, quem apresentou inflexão foi a construção civil, onde a ocupação tinha progredido +4,3% em 2024 e em 2025 registrou -0,1%. Uma evolução coerente com a desaceleração de +4,4% para +0,5% do PIB do setor neste período e também com a escassez relativa de mão de obra de menor qualificação no ano passado.

                          Ou seja, exceto na construção, o emprego na indústria acabou se mostrando mais resiliente do que no setor privado como um todo. Mas é importante notar a pisada no freio no final do ano, período particularmente adverso para a indústria de transformação e a construção, cujo PIB recuou -2,0% e -2,9%, respectivamente. No 4º trim/25 ante o 4º trim/24, o emprego na indústria de transformação encolheu -0,8% e na construção, -2,8%.

                          A indústria extrativa evitou uma variação negativa no último quarto de 2025, mas perdeu bastante ímpeto na criação de vagas, que registrou variação de apenas +1,7% também na comparação com o 4º trim/24.

                          Os postos com carteira assinada preservaram melhor sua expansão e ajudaram na criação geral de vagas pelo setor privado como um todo e na indústria. No agregado do setor privado cresceu +3,2% em 2025 e +2,4% no 4º trim/25, enquanto na indústria de transformação cresceu +3,5% e +0,2%.

                          No último trimestre, alguns ramos industriais contribuíram muito para preservar este sinal positivo, com destaque para outros equipamentos de transporte (+18,5%), fumo (+17,3%), produtos diversos (+16,7%) e celulose, papel e produtos de papel (+16,0%).

                          Esta Carta IEDI também avalia a evolução estadual do emprego na indústria de transformação. Do total de estados, 7 se destacaram pela ampliação mais forte de ocupados, sendo 3 deles estados industriais tradicionais do Sul-Sudeste e 4 estados em outras regiões.

                          Em termos absolutos, Bahia foi onde o emprego industrial mais cresceu: foram +72 mil ocupados a mais e juntamente com Goiás (+37 mil), Amazonas (+25 mil) e Ceará (+ 17 mil) formam o segundo grupo. No primeiro grupo, aparecem Rio de Janeiro (+57 mil), São Paulo (+44 mil) e Rio Grande do Sul (+12 mil). 

                          Dentre estes parques industriais, aqueles com mais vínculos com atividades primárias também registraram taxas de variação mais fortes, como +16,6% na Bahia, +10,6% no Rio de Janeiro e +9,6% em Goiás.

                          Bahia e Rio de Janeiro também se destacam pelo aumento da participação do emprego industrial no total de ocupados privados entre 2023 e 2025, de 7,9% para 9,1% no primeiro caso e de 7,7% para 8,4% no segundo caso.

                          Desempenho da ocupação no setor privado em 2025

                          Esta Carta IEDI analisa o desempenho do emprego e da renda no setor privado, com ênfase na indústria de transformação, a partir dos microdados da PNAD Contínua. Foram consideradas as informações anuais (médias dos trimestres) de 2023 a 2025, bem como os resultados do terceiro e quarto trimestres de 2025, divulgados recentemente pelo IBGE. 

                          Em 2025, a geração de empregos no setor privado desacelerou em relação a 2024, mas permaneceu positiva, mesmo diante do ambiente restritivo em função das elevadas taxas de juros. A taxa de desempenho encerrou o ano em seu menor patamar histórico segundo os dados da Pnad/IBGE.

                          O número de postos de trabalho criados no ano passado pelo setor privado foi de quase 1,4 milhão de ocupações, com alta de 1,6%, totalizando 89 milhões de pessoas empregadas. Em 2024, o crescimento havia sido maior de 2,7% com acréscimo de 2,3 milhões de pessoas no mercado de trabalho, como ilustra a tabela a seguir.

                           

                          Alguns setores se mostraram bastante dinâmicos, como a extrativa mineral, e outros, especialmente a indústria de transformação, apresentaram relativa resiliência, mas houve casos de importante perda de ritmo, como construção civil, comércio e serviços. A agropecuária, vale notar, seguiu destruindo ocupação.

                          Em 2025, o valor adicionado da indústria de transformação recuou 0,2%, interrompendo a reação de 2024. Ainda assim, o setor manteve geração líquida de empregos, especialmente no primeiro semestre, antes do aperto mais intenso das condições financeiras. Foram criados 243 mil postos, após expansão de 326 mil em 2024. Em termos absolutos, a indústria de transformação encerrou 2025 com 11,8 milhões de trabalhadores empregados.

                          Houve, assim, desaceleração do emprego privado industrial, cuja alta passou de +2,9% para +2,1% entre 2024 e 2025, mas cabe observar que ela foi menos intensa do que no agregado do setor privado (-0,8 p.p. ante -1,1 p.p.) e o ritmo de crescimento manteve-se bem acima do total (+2,1% ante +1,6%).

                          Nas demais atividades que compõem a indústria total, chama atenção o setor extrativo, cuja alta de +6,3% em 2025, foi quem melhor se saiu e praticamente não teve desaceleração em comparação com o resultado de 2024 (+6,8%).

                          Também se destacou a indústria da construção civil, mas pela razão oposta. Neste caso, reduziu o número de ocupados em 2025 (-5 mil pessoas), passando de 4,3% em 2024 para -0,1%. Além de o setor sofrer com o aumento dos juros, também é bastante vulnerável à escassez relativa de oferta de mão de obra, dado que seu processo produtivo é bastante intensivo em trabalho.

                          Outro setor que ficou entre as maiores perdas de dinamismo em 2025, em boa medida, pode ter respondido a estes mesmos estímulos negativos. Foi o caso do comércio, que tinha crescimento 2,4% em 2024 para 1,7% em 2025. Nos serviços, por sua vez, a geração de postos de trabalho desacelerou de 3,8% para 2,1%.

                          Já, a agropecuária vem há dois anos apresentando queda na geração de emprego, em linha com tendências estruturais de aumento de produtividade via mecanização, porém, em 2025, a intensidade da perda diminuiu, de -311 mil (2024) para -87 mil (2025) postos de trabalho.

                          Estes dados, contudo, escondem uma perda mais intensa no final do ano passado, resultado de um crescimento mais modesto no último trimestre de 2025, como discutido, por exemplo, na Análise IEDI de 03/03/2025.

                          No caso da indústria de transformação, a ocupação privada chegou a cair -0,8% na comparação do 4º trim/25 ante o 4º trim/25, sendo um dos piores casos, juntamente com a construção civil (-2,8%) e em menor medida do ramo extrativo (+1,7%).

                           

                           

                          Em relação ao emprego com carteira assinada, que é importante tipo de contratação para formalizar o mercado de trabalho, a ocupação do setor privado desacelerou menos e manteve-se acima do desempenho do total da ocupação: 3,9% em 2024 e 3,2% em 2025. 

                          A indústria de transformação, a indústria extrativa e o comércio apresentaram aceleração do emprego com carteira, indicando terem sido importantes para a ampliação da formalização em 2025.

                          No caso da indústria de transformação, houve geração de 269 mil postos de trabalho adicionais com carteira assinada em 2025, implicando variação +3,5%, acima portanto do resultado de 2024 (+210 mil ocupações e alta de 2,8%). No comércio, o número de pessoas trabalhando nessa modalidade cresceu 4,2% em 2025 ante 3,9 em 2024 e na indústria extrativa, 6% ante 4,3%.

                           

                          Como resultado desse desempenho positivo do emprego formal em 2025 cresceu a proporção de empregados com carteira assinada no total da ocupação privada, indicando continuidade do processo de formalização do mercado de trabalho. A indústria de transformação, onde a proporção dos empregos com carteira é maior do que no agregado do setor privado, apresentou aumento desta participação de 66,6%, em 2024, para 67,5%, em 2025.

                           

                          Para o emprego com carteira, o último trimestre de 2025 também foi mais fraco do que no agregado do ano, registrando +2,4%, mas a perda de ritmo foi bem mais modesta. A indústria de transformação evitou o sinal negativo, que marcou seu resultado total no 4º trim/25, nessa modalidade de contratação, mas se aproximou muito da estabilidade: +0,2% ante o 4º trim/24.

                          Ainda assim, alguns setores mantiveram desempenho expressivo na geração de empregos formais no período, com destaque para a extrativa mineral (8,1%), a agropecuária (4,4%) e o comércio (4,3%).

                           

                          O retorno ao negativo da evolução do emprego industrial no 4º trim/25 foi acompanhado de elevada heterogeneidade setorial: metade dos ramos registrou crescimento da ocupação e metade apresentou retração, incluindo produtos alimentícios que ficaram em um quadro de virtual estagnação (-0,1% ante o 4º trim/24).

                           

                          As quedas mais intensas foram observadas no emprego na fabricação de bebidas (-20,0%), na fabricação de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (-15,2%) e na fabricação de produtos de madeira (-9,8%).

                          Por outro lado, verificaram-se expansões expressivas do emprego em 4 ramos industriais: fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (18,5%), fabricação de produtos do fumo (17,3%), fabricação de produtos diversos (16,7%) e fabricação de celulose, papel e produtos de papel (+16,0%).

                          As dinâmicas locais do emprego em 2025

                          O mercado de trabalho regional da indústria se caracterizou por uma dinâmica bastante heterogênea em 2025. Segundo a PNADc, entre 2024 e 2025, um conjunto de 7 parques industriais estaduais apresentou expansão em números absolutos de empregos acima de 10 mil postos de trabalho: Bahia (+72 mil); Rio de Janeiro (+57 mil); São Paulo (+44 mil); Goiás (+37 mil); Amazonas (+25 mil); Ceará (+ 17 mil) e Rio Grande do Sul (+12 mil). 

                           

                          Neste conjunto de estados com maior criação de vagas na indústria em termos absolutos, alguns se destacam por variações percentuais expressivas, ou seja, refletindo mais a dinâmica atual do que o tamanho de suas atividades industriais. 

                          Foram os casos de Bahia (+16,6%); Amazonas (+13,1%); Rio de janeiro (+10,6%) e Goiás (+9,6%). No Ceará, o ritmo de crescimento foi mais modesto, de 4,0%, mas ainda assim praticamente o dobro da taxa de crescimento do emprego industrial total em 2025 (+2,1%). 

                          Já para São Paulo e Rio Grande do Sul o incremento em termos absolutos em 2025 se deu mais em função do tamanho de seu mercado de trabalho na indústria, já que em termos de variação registraram apenas +1,3%, isto é, bem aquém do agregado do setor. 

                          Em contraposição, dez unidades da Federação apresentaram queda na criação de postos de trabalho na indústria no ano passado. Os três piores resultados foram nas Regiões Sul e Sudeste: Paraná (-19 mil) Santa Catarina (-12 mil) e Espírito Santo (-9 mil).

                          As indústrias do Pará, Rondônia, Sergipe, após ampliarem o emprego em 2024, reduziram os postos de trabalho em 2025, na faixa de -5 mil. Cabe destacar Minas Gerais, importante estado em termos econômicos, que havia gerado 97 mil postos de trabalho em 2024, em 2025 praticamente não aumentou o emprego industrial.  

                          A participação do emprego industrial na estrutura do emprego privado regional pode ser observada na tabela a seguir. Em treze estados este percentual ultrapassou 10% e em 7 ficou acima da média nacional (13,2%). Os cinco primeiros estados possuem parques industriais maiores e mais diversificados. 

                           

                          Em 2025, a liderança foi de Santa Catarina com 24,2% do total da ocupação privada estando alocada na indústria. Na sequência estão os seguintes estados das regiões Sul e Sudeste: Paraná (17,4%); o Rio Grande do Sul (17,1%); São Paulo (15,6%) e Minas Gerais (14,5%). Duas destas unidades da federação registraram, entre 2024 e 2025, queda da participação da indústria: Paraná (-0,7 p.p.) Santa Catarina (-0,5 p.p.). Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais praticamente não apresentaram alteração neste indicador.

                          Os oito outros estados deste conjunto com participação acima de 10% são: Goiás e o Mato Grosso do Sul, onde a indústria ganhou, respectivamente, +1,0 p.p. e + 0,8 p.p. no emprego privado, em 2025, Amazonas (+1,2 p.p.), Ceará, Pernambuco, Paraíba e o Pará e Espírito Santo, onde a indústria extrativa mineral se destacada.

                          Nos treze demais estados da federação, o peso da indústria no emprego regional em 2025 variou entre, 9,7% (Mato Grosso) e 5,0% (Maranhão). Neste grupo oito unidades da Federação registraram, entre 2024 e 2025, redução na participação do emprego industrial com destaque para: Acre (-1,0 p.p.); Rondônia (-0,5 p.p.); Alagoas (-0,4 p.p.) Do lado positivo, cinco estados registram ganhos: Bahia (+0,8 p.p.); Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins com +0,6 p.p. e o Mato Grosso (+0,2 p.p.).

                          Desempenho do rendimento

                          Por fim, cabe um comentário a respeito do rendimento médio. A trajetória em 2025 continuou sendo de crescimento em 2025, com alta de 4,2%, isto é, muito próxima à registrada em 2024 (4,1%). 

                          A indústria de transformação, entretanto, teve desempenho bem mais modesto, com crescimento de 2,5% no rendimento médio de seus ocupados em 2025, uma desaceleração em relação aos 5,4% de 2024. 

                           

                          No último trimestre do ano, porém, observa-se aceleração do rendimento médio real habitual dos ocupados no setor privado cresceu, para 5,1%, na comparação interanual, superando o ritmo dos dois trimestres anteriores. Na indústria de transformação, por sua vez, o rendimento cresceu 3,0%, também um pouco acima do agregado do ano (2,5%), mas praticamente no mesmo patamar do trimestre anterior. 

                          O comportamento do rendimento no último trimestre de 2025, com aceleração mesmo diante da piora da ocupação, pode ser explicado por um conjunto de fatores. Em primeiro lugar, a desaceleração da inflação na margem — com redução do ritmo da variação em 12 meses do IPCA entre o terceiro e o no último trimestre, de 5,1% para 4,3% — contribuiu para a ampliação do ganho real dos rendimentos. 

                          Além disso, dados do DIEESE indicam que a maior parte das negociações coletivas ao longo de 2025, especialmente no segundo semestre, resultou em reajustes salariais acima da inflação, com ganhos reais disseminados em diversos setores. 

                          Por fim, a redução do emprego tende a incidir com maior intensidade sobre postos de menor remuneração, enquanto os vínculos formais — que possuem salários médios mais elevados e contam com reajustes anuais, o dissídio — foram relativamente preservados, gerando um efeito composição que ajudou a elevar o rendimento médio.

                          Na indústria de transformação por setores temos apenas o dado do rendimento médio para os empregados com carteira assinada. Neste caso, houve aumento em 14 ramos e redução em outros 10. Destaques positivos foram observados na Fabricação de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+38,6%) e na Fabricação de celulose, papel e produtos de papel (+20,9%), enquanto no campo negativo, Fabricação de produtos do fumo (-31,5%) e Confecção de artigos do vestuário e acessórios (-10,7%).

                           

                          A massa de rendimento real habitual da indústria de transformação cresceu 2,4% no 4º trim/25, inferior aos 6,0% do total do setor privado, influenciado pela retração do emprego industrial no final do ano, como visto anteriormente e pelo crescimento mais modesto do rendimento real no período. 

                           

                          A massa de rendimentos reais para o agregado do setor privado, devido ao rendimento real, sobretudo, conseguiu se expandir mais fortemente no 4º trim/25 em comparação com o resultado do 3º trim/25, quando havia caído abaixo da marca de 6%, como mostra o gráfico acima.

                           

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                          Carta IEDI n. 1348 - A desaceleração industrial de 2025
                          Publicado em: 20/02/2026

                          2025 terminou com a indústria brasileira de volta ao vermelho no último trimestre, freada sobretudo pelos ramos de bens de capital e de consumo duráveis, refletindo claramente o peso da conjuntura de elevadas taxas de juros sobre o setor.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1347 - Avanço exportador, mas piora da balança da indústria em 2025
                          Publicado em: 13/02/2026

                          A despeito do tarifaço americano, nossas exportações de bens industriais voltaram a crescer em 2025, mas sem compensar o avanço das importações, que marcou sobretudo os produtos de maior intensidade tecnológica.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1346 - Megatendências globais e a importância da indústria na superação dos desafios
                          Publicado em: 06/02/2026

                          A UNIDO aborda os desafios e oportunidades que se apresentam aos países em desenvolvimento no contexto de cinco megatendências que estão remodelando a indústria global.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1345 - Expansão industrial no Mundo e desaceleração no Brasil
                          Publicado em: 22/01/2026

                          Os últimos dados divulgados pela UNIDO apontam nova expansão da indústria manufatureira mundial no 3º trim/25, com leve sinal de acomodação, vindo da Ásia e da América Latina.

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