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                          IEDI na Imprensa - Serviços acumulam queda de 3,4% em 2017

                          Publicado em: 18/12/2017

                          DCI

                          Retração em outubro foi mais ‘moderada’ que em meses anteriores, mas alta nos preços cobrados acabou por inibir uma melhora efetiva na demanda das empresas

                          Henrique Julião

                          A desaceleração da retração no volume de serviços prestados ainda não será suficiente para que o setor volte a apresentar números expressivos em 2017, cuja queda acumulada no ano soma 3,4%. Em outubro as atividades recuaram 0,8% ante setembro e 0,3% na comparação interanual.

                          “Mesmo que negativos, os resultados mostram um processo de retomada lento e gradual. Números mais expressivos, contudo, só em 2018 ”, avalia o consultor da área de economia aplicada da FGV IBRE, Julio Mereb, após a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços (PNS) do IBGE. Apesar de se repetir, a queda de 0,8% foi menor que a de setembro (-3,2%) ou agosto (-2,6%). Segundo Mereb, esperava-se recuo maior que o registrado no primeiro mês do último trimestre.

                          A “moderação na queda” também foi destacada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), mas os resultados de outubro não foram considerados animadores. “[No primeiro semestre] ao menos havia algum resultado positivo na série com ajuste sazonal. Desde a entrada do segundo semestre, contudo, só se verificam quedas de faturamento real”, afirmou a entidade, em nota. Além do 3,4% no acumulado de 2017, o setor registra tombo de 3,7% em doze meses até outubro.

                          O IEDI também observa que, diferente do varejo de bens, “onde a variação de preços cedeu para níveis muito baixos”, no setor de serviços “os preços continuam contendo a demanda por parte das empresas e das famílias”. A tendência também foi identificada pela divisão econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “Além do ainda fraco nível da atividade econômica interna, a maior resiliência dos preços dos serviços tem se colocado como obstáculo adicional à retomada do crescimento das atividades terciárias”, afirmou em nota o economista-chefe da entidade, Fabio Bentes. A receita nominal dos serviços em outubro cresceu 5% na comparação interanual, além de alta de 2,1% no ano e de 1,6% em doze meses.

                          Para 2018 a CNC prevê uma queda de 3,2% no faturamento dos serviços. Já a FGV IBRE espera que o PIB do setor reaja 0,3% após queda de 2,6% em 2016. “Para 2018 esperamos que ele suba 2,4%”, vê Mereb.

                          Setores

                          Entre as categorias analisadas pela PMS, as atividades turísticas (-7,3%), os serviços profissionais e administrativos (-6,4%), os de comunicação e informação (-2,1%) e os chamados outros serviços (-5%) registraram queda frente outubro de 2016. Já os serviços prestados às famílias subiram 0,5% no período, em movimento vinculado “à retomada do mercado de trabalho, que reagiu mais rápido do que esperado”, segundo Mereb. O destaque, contudo, fica com os serviços de transportes e correios – que registraram alta de 8,4%. “O desempenho da indústria de transformação e da agropecuária tiveram comportamento muito benigno e favoreceram os transportes”, avalia o economista da FGV IBRE.

                          Na análise por estados quem se destaca é o Mato Grosso, cujo volume de serviços prestados cresceu 47,2% ante outubro de 2016. Apenas cinco outros estados também tiveram variação positiva no período: Paraná (6,3%), Amazonas (5,6%), Minas Gerais (2,8%), Bahia (2,5%) e São Paulo (1%). Já o estado com pior desempenho foi o Acre (-12,4%).

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