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                          Carta IEDI

                          Edição 1208
                          Publicado em: 16/06/2023

                          Indústria: recuo ampliado

                          Sumário

                          No mês de abr/23, a indústria devolveu pouco mais da metade do avanço que havia obtido no mês de mar/23. Sua produção caiu -0,6%, já descontados os efeitos sazonais, depois da alta de +1% do mês anterior.

                          Além do recuo ter sido mais intenso em abr/23 do que nos primeiros meses do ano, também foi mais amplo. O sinal negativo se mostrou espalhado tanto do ponto de vista setorial como do ponto de vista regional, na série com ajuste sazonal.

                          Em jan/23, 44% dos ramos industriais identificados pelo IBGE registraram perda, em fev/23 foram 32%, subindo para 64% agora em abr/23. Regionalmente, as quedas atingiram 67% dos parques industriais ante uma parcela de 40% em jan-fev/23.

                          Ou seja, a situação parece estar se complicando para um conjunto maior de atividades industriais. Além disso, a contar pela evolução recente dos estoques, pode não haver reação no curto prazo. 

                          Os indicadores da CNI registraram elevação de estoques em abr/23, a despeito da queda da produção, atingindo níveis considerados excessivos pelas empresas em 44% dos ramos da indústria de transformação.

                          Outro dado desfavorável é a piora do indicador de confiança dos empresários industriais em mai/23, segundo a FGV, notadamente no componente de avaliação da situação corrente dos negócios. O indicador PMI Manufacturing também se manteve bem abaixo da marca de equilíbrio dos 50 pontos, registrando 47,1 pontos em mai/23. 

                          Voltando ao desempenho de abr/23, bens de capital foram o macrossetor com o pior resultado: -11,5% ante mar/23, com ajuste sazonal. Desde abr/20, em plena pandemia, que esta parcela da indústria não caia tanto. A produção de máquinas e equipamentos (-9,9%) registrou a queda mais intensa em abr/23.

                          Outro macrossetor com forte recuo (-6,9%) foi bens de consumo duráveis, bastante influenciado pelo ramo de veículos, com variação de -4,6%, e equipamentos eletrônicos e de informática, com -9,4%.

                          Entre os macrossetores em expansão, bens intermediários ficaram muito próximos da mera estabilidade (+0,4%) e bens de consumo semi e não duráveis registraram alta de +1,1%, mas após dois meses seguidos de queda.

                          Frente ao mesmo período do ano anterior, a indústria como um todo vem apresentando uma evolução marcada por meses de baixo ritmo de crescimento intercalados por quedas mais acentuadas, como agora em abr/23: -2,7% ante abr/22. Como resultado, a indústria acumula retração de -1,0% em jan-abr/23.

                          Todos os macrossetores perderam produção frente a abr/22, sendo bens de capital novamente o pior caso. No acumulado do primeiro quadrimestre do ano, em comparação com igual período de 2022, a produção de bens de capital acumula variação de -8,3%, muito influenciada pela evolução de bens de capital para energia (-18,1%) e para a própria indústria (-10,2%).

                          Este desempenho converge com os dados do PIB recentemente divulgados, que mostraram um quadro muito fraco para os investimentos no país, que recuaram -3,4% no 1º trim/23 frente ao 4º trim/22 e variaram apenas +0,8% em relação ao 1º trim/22. As taxas reais de juros em elevação no país explicam muito disso.

                          Outro macrossetor em declínio é o de bens intermediários, que funciona como o núcleo duro do sistema industrial. Caiu -2,0% em jan-abr/23, puxado por intermediários do setor automotivo (-6,2%), siderurgia (-9,8%) e defensivos agrícolas (-21%).

                          Já bens de consumo conseguiram se expandir. No caso de bens de consumo duráveis, a alta foi de +5,8% ante jan-abr/22, em função de eletrodomésticos (+14,4%) e outros equipamentos de transporte (+19,5%). Vale notar que esta é a fração da indústria que está mais longe dos níveis de produção pré-pandemia (23% aquém de fev/20).

                          No caso de bens de consumo semi e não duráveis, houve crescimento de +2,3% no acumulado do ano até abr/23. A produção de combustíveis e de produtos farmacêuticos e farmoquímicos deu contribuição importante para este resultado, bem como o setor de carnes de aves e suínos.

                           

                          Resultados da Indústria

                          Após assinalar sua primeira variação positiva no ano, de +1% em mar/23, a produção industrial voltou a se retrair em abr/23, registrando -0,6% frente ao mês imediatamente anterior, já descontados os efeitos sazonais. 

                          Com mais um retrocesso, a indústria brasileira permanece abaixo do índice pré-pandemia (com variação de -2,0% frente a fev/20, na série com ajuste) e 18,5% aquém do ponto mais alto da série histórica, obtido em mai/11. 

                          Ainda na comparação com o índice de fev/20, destaca-se o impacto negativo da indústria de transformação, com variação de -2,4%, enquanto a indústria extrativa já está +1,8% acima dos níveis pré pandemia.

                           

                          Frente ao mesmo mês do ano anterior, na série sem ajuste sazonal, o desempenho industrial de abr/23 também ficou no vermelho, com queda de -2,7%, após modesta alta de +0,9% no mês anterior. Vale citar que abr/23 (18 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (19), contribuindo para o resultado negativo.

                          No primeiro quadrimestre de 2023 a produção industrial acumulou queda de -1,0%, o terceiro recuo consecutivo do ano e nos últimos 12 meses, a queda foi de - 0,2%, levando a indústria ao terreno negativo novamente, após estabilidade em mar/23 (0,0%).  

                           

                          Em relação às grandes categorias industriais, na comparação entre mar/23 e abr/23, na série com ajuste sazonal, houve variação negativa em dois macrossetores: bens de capital (-11,5%) e bens de consumo duráveis (-6,9%), com a primeira interrompendo dois meses seguidos de expansão na produção, período em que avançou +8,9%; e a segunda eliminando o crescimento de +2,2% registrado no mês anterior. 

                          Por outro lado, os setores produtores de bens de consumo semi e não duráveis (+1,1%) e de bens intermediários (+0,4%) apontaram os avanços em abr/23, com a primeira eliminando a perda de -0,6% acumulada no bimestre fev-mar/2023; e a segunda acumulando expansão de +1,8% em três meses consecutivos de crescimento na produção.

                           

                          Na comparação com abr/22, o resultado de -2,7% da indústria geral foi puxado por todos os quatro macrossetores. Bens de capital (-14,2%) assinalou a redução mais acentuada entre as grandes categorias econômicas. Os bens de consumo duráveis (-3,5%) também mostraram queda mais elevada do que a média nacional (-2,7%), enquanto os segmentos de bens intermediários (-2,6%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,2%) registraram os demais resultados negativos.

                          O setor produtor de bens de capital, que após recuar -0,5% em mar/23, registrou -14,2% em abr/23 – sua oitava variação negativa consecutiva e a mais intensa desde ago/20 (-14,5%) devido a recuos registrados, sobretudo, em: bens de capital para fins industriais (-11,2%) e para equipamentos de transporte (-8,7%). Os demais resultados negativos foram registrados pelos grupamentos de bens de capital para energia elétrica (-27,5%), agrícolas (-19,5%), de uso misto (-13,5%) e para construção (-14,3%).

                           

                          O macrossetor de bens de consumo duráveis recuou -3,5% em abr/23 frente a igual período do ano anterior, interrompendo, dessa forma, três meses consecutivos de crescimento nesse tipo de comparação, período que acumulou crescimento de +8,9%. 

                          Bens de consumo duráveis foram pressionados, ame abr/23, principalmente pela redução na fabricação de automóveis (-12,9%), além de móveis (-5,5%). Por outro lado, os impactos positivos vieram de eletrodomésticos da “linha marrom” (+25,0%) e da “linha branca” (+5,7%), do grupamento de outros eletrodomésticos (+6,0%) e de motocicletas (+2,9%).

                           

                          Bens intermediários registrou -2,6%, a quinta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação na comparação com abr/22. As influências negativas vieram de produtos químicos (-15,6%), produtos de minerais não metálicos (-9,6%), metalurgia (-5,5%), produtos de metal (-8,3%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,6%), dentre outros. Já as pressões positivas foram registradas por produtos alimentícios (+6,5%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+1,9%) e produtos de borracha e de material plástico (+1,5%). 

                          A produção de bens de consumo semi e não duráveis, que decresceu -0,2% em abr/23 ante abr/22, interrompendo, dessa forma, quatro meses consecutivos de crescimento na produção nesse tipo de comparação. O desempenho negativo nesse mês foi explicado por semiduráveis (-11,9%), alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-1,5%) e de alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (-5,3%). Por outro lado, os impactos positivos vieram dos grupamentos de não duráveis (+7,8%) e de carburantes (+6,3%).

                          No acumulado dos quatro primeiros meses de 2023, entre as categorias de uso, bens de capital (-8,3%) mostrou menor dinamismo, pressionado, pelas reduções na fabricação de bens de capital para fins industriais (-10,2%), para energia elétrica (-18,1%) e para equipamentos de transporte (-5,2%). 

                           

                          O macrossetor de bens intermediários (-2,0%) também assinalou resultado negativo e com perda mais intensa do que a verificada na média da indústria (-1,0%). Por outro lado, os bens de consumo duráveis (+5,8%) apontaram o avanço mais acentuado no primeiro quadrimestre de 2023, pela maior produção de automóveis (+3,4%), eletrodomésticos (+14,4%) e motocicletas (+17,7%). O setor produtor de bens de consumo semi e não duráveis (+2,3%) também mostrou crescimento no indicador acumulado no ano.

                          Por dentro da Indústria de Transformação

                          A variação negativa (-0,6%) da produção da indústria geral em abr/23 frente a mar/23, na série livre dos efeitos sazonais, foi acompanhada de variação de -0,6% na indústria de transformação e de -1,1% no ramo extrativo. 

                          Na comparação com abr/22, enquanto a indústria geral recuou -2,7%, o desempenho da indústria de transformação foi ainda mais adverso: -3,5%, após alta de +0,5% no mês imediatamente anterior. A indústria extrativa manteve o desempenho positivo em abr/23, crescendo +1,4%.

                           

                          A variação de -0,6% da atividade da indústria geral na passagem de mar/23 para abr/23 foi acompanhada de recuos em 16 dos 25 ramos acompanhados pelo IBGE. Entre as influências negativas mais importantes na indústria de transformação estão: produtos alimentícios (-3,2%), máquinas e equipamentos (-9,9%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,6%).

                          Por outro lado, entre as 9 atividades em crescimento, vale destacar o avanço registrado pelo ramo de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+3,6%), que assinalou o terceiro resultado positivo consecutivo, período em que acumulou crescimento de +6,3%.

                           

                          Já na comparação com abr/22, o setor industrial assinalou retrocesso de -2,7% em abr/23, com resultados negativos em 18 dos 25 ramos, 57 dos 80 grupos e 58,4% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que abr/23 (18 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (19).

                           

                          Na indústria de transformação, as maiores influências negativas na comparação interanual vieram de: produtos químicos (-12,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-9,7%), máquinas e equipamentos (-14,3%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-15,7%), metalurgia (-5,5%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-12,2%), entre outros.

                          Em direção oposta, entre as atividades que tiveram aumento de produção em abr/23, destacaram-se na indústria de transformação: coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+3,2%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+18,1%), produtos alimentícios (+2,0%) e de outros equipamentos de transporte (+19,2%).

                          No índice acumulado para jan-abr/23, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial assinalou redução de -1,0%, com resultados negativos em 15 dos 25 ramos, 46 dos 80 grupos e 53,5% dos 789 produtos pesquisados. 

                           

                          Entre as atividades, as principais influências negativas na indústria de transformação foram: produtos químicos (-8,1%), produtos de minerais não metálicos (-9,6%), metalurgia (-4,8%) e máquinas e equipamentos (-6,4%). 

                          Por outro lado, entre as atividades que apontaram expansão na produção coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+3,4%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (+17,4%), outros equipamentos de transporte (+15,8%), produtos alimentícios (+0,9%) e produtos de borracha e de material plástico (+3,2%) exerceram as maiores influências positivas. 

                          Utilização de Capacidade

                          A utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, de acordo com a série da FGV com ajustes sazonais, avançou pelo segundo mês consecutivo na passagem de mar/23 (79,0%) para abr/23 (80,7%), o maior patamar desde out/22 (80,7%). A capacidade utilizada na indústria ficou 4,5 pontos percentuais acima do indicador pré-pandemia (fev/20: 76,2%) e 1,1 p.p. acima da média histórica (79,6%). Em mai/23, por sua vez, esse indicador voltou a recuar, registrando 80,1%.

                           

                          De acordo com os dados da CNI, a utilização da capacidade instalada da indústria de transformação recuou na passagem de mar/23 (79,2%) para abr/23 (78,9%), após pequeno aumento de 0,3 p.p. no mês anterior na série de dados com ajuste sazonal. A capacidade utilizada na indústria ficou 2,2 pontos percentuais acima do indicador pré-pandemia (fev/20: 76,7%), porém ainda abaixo da média histórica (80,5%).  

                           

                          Estoques

                          De acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, o indicador da evolução dos estoques de produtos finais da indústria total ficou em 50,9 pontos em abr/23, assinalando alta de 0,4 ponto frente a mar/23 e de 0,9 ponto em relação a abr/22. Como se encontra acima da marca de 50 pontos, sinalizou novo aumento dos estoques. 

                          No segmento da indústria de transformação, o indicador da CNI apresentou os mesmos valores do que a indústria geral em abr/23 (50,9 pontos, com alta de 0,4 ponto frente a mar/23). No caso da indústria extrativa, por sua vez, o avanço de mar/23 para abr/23 foi menos intenso, de 50,3 pontos para 50,6 pontos, sugerindo igualmente ampliação dos estoques.

                          Para a indústria geral, o indicador de satisfação dos estoques ficou em 51,5 pontos em abr/23, ou seja, sinalizando estoques superiores ao planejado. Vale lembrar que a marca de equilíbrio é dada pelo valor de 50 pontos, acima do qual há excesso de estoques e abaixo dele, estoques menores do que o desejado. No caso do setor extrativo e no caso da indústria de transformação, o indicador de satisfação registrou 53,0 pontos e 51,5 pontos, respectivamente.

                          Em abr/23, 44% dos ramos da indústria de transformação apresentaram estoques maiores do que o planejado (acima de 50 pontos), com destaque para: manutenção e reparação (60,7 pontos), têxteis (56,9 pontos), minerais não metálicos (56,4 pontos) e móveis (54,0 pontos), entre outros. Ficaram abaixo e mais distantes do equilíbrio os seguintes ramos: borracha (41,3 pontos), impressão e reprodução (42,5 pontos), e biocombustíveis (43,4 pontos).

                           

                          Confiança e Expectativas

                          O Índice de Confiança do Empresário da Indústria Geral da CNI, assinalou pequena alta entre os meses de abr/23 e mai/23, indo de 48,8 para 49,2 pontos. No caso da Indústria de transformação, o indicador que havia ficado em 49,0 pontos em abr/23, avançou para 51,0 pontos em mai/23, demonstrando melhora das expectativas do empresariado. Valores abaixo da marca dos 50 pontos indicam pessimismo e acima dela, otimismo do empresariado industrial. 

                          Na passagem de abr/23 para mai/23, o componente referente às expectativas em relação ao futuro na indústria de transformação caminhou em direção oposta e recuou de 52,3 pontos para 52,0 pontos neste período. O componente que capta a percepção dos empresários quanto à evolução presente dos negócios registrou relativa estabilidade, ao passar de 42,5 pontos em abr/23 para 42,6 pontos em mai/23. 

                           

                          O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI) da FGV, apresentou queda da confiança na passagem de abr/23 (94,5 pontos) para mai/23 (92,9 pontos), com recuo tanto do indicador referente a situação atual (91,8 pontos) como das expectativas futuras (94,0 pontos). Ao ter ficado abaixo de 100 pontos, indicou pessimismo dos empresários. 

                           

                          Outro indicador frequentemente utilizado para se avaliar a perspectiva do dinamismo da indústria é o Purchasing Managers’ Index – PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Entre mar/23 e abr/23, este indicador passou de 47,0 pontos para 44,3 pontos e, então, para 47,1 pontos em mai/23. Como o indicador permaneceu abaixo da marca de 50 pontos, indica igualmente um quadro pouco favorável aos negócios do setor e em deterioração.

                           

                          Anexo Estatístico

                          Mais Informações

                          Tabela: Produção Física - Subsetores Industriais

                          Variação % em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior (clique aqui)

                           
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                          Carta IEDI n. 1355 - Sinal de inflexão do emprego industrial
                          Publicado em: 10/04/2026

                          Em 2025, a trajetória do emprego industrial se saiu melhor do que no restante do setor privado, ao menos até o último trimestre, quando deu sinal de inflexão.

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                          Carta IEDI n. 1354 - A balança comercial em 2025, o tarifaço dos EUA e perspectivas do Acordo Mercosul-UE
                          Publicado em: 30/03/2026

                          Em 2025, dois temas marcaram o comércio exterior brasileiro: a imposição de tarifas pelos EUA, que não impediu que aumentássemos exportações, e a assinatura do acordo Mercosul-UE, um importante avanço que reforça a necessidade da agenda de competitividade para o Brasil.

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                          Carta IEDI n. 1353 - Redução de jornada de trabalho: entre anseios e possibilidade
                          Publicado em: 27/03/2026

                          Descuido do Brasil na criação de condições para uma trajetória superior da produtividade impõe ônus para atender os anseios populares de redução da jornada de trabalho.

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                          Carta IEDI n. 1352 - Ambição industrial europeia: um novo capítulo com o Industrial Accelerator Act 2026
                          Publicado em: 20/03/2026

                          A Lei de Aceleração Industrial da União Europeia, divulgada em março, dá musculatura à política industrial europeia, reforçando o vínculo entre a indústria e as ações de descarbonização e o apoio à inovação.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1351 - A indústria em jan/26: reação, mas com fragilidades
                          Publicado em: 16/03/2026

                          Para a indústria nacional, 2026 começou com aumento de produção com razoável intensidade, mas mesmo assim não suficiente para anular integralmente as adversidades do final de 2025. 

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