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                          Carta IEDI

                          Edição 1351
                          Publicado em: 16/03/2026

                          A indústria em jan/26: reação, mas com fragilidades

                          Sumário

                          Para a indústria nacional, 2026 começou com aumento de produção. A alta de +1,8% na passagem de dez/25 para jan/26, ainda que não tenha compensado os meses de adversidade do final de 2025, foi acompanhada de importante difusão do sinal positivo entre os diferentes ramos industriais, com especial contribuição das indústrias químicas e automobilística.

                          O bom resultado, contudo, não reverteu um quadro de pessimismo do setor industrial. Os diferentes indicadores permaneceram em patamares que sinalizam falta de confiança, especialmente em relação à situação presente dos negócios.

                          Causa importante disso, não podemos deixar de frisar, é o elevado patamar de taxas de juros no país, que deprime o dinamismo de setores industriais produtores de bens duráveis, para consumo e para investimento, o que mais cedo ou mais tarde acaba impactando o conjunto de atividades industriais, sobretudo as mais dependentes do mercado interno.

                          Sobre o resultado de jan/26, cabe um primeiro comentário sobre sua intensidade. O último dado desta ordem de grandeza havia sido obtido em mar/25, quando a indústria também cresceu +1,8%, já descontados os efeitos sazonais. Ademais, neste início de ano, observa-se que a indústria de transformação se saiu bem melhor: +1,2% em mar/25 e +2,1% em jan/26, ainda na comparação com ajuste.

                          É, portanto, um resultado robusto. Mas como em geral é o caso, há um senão. A base de comparação de jan/26 é baixa e, por isso, ajudou muito. Lembramos que dez/25 registrou recuo acentuado de -1,9%, após um período de virtual estagnação. Deste modo, o nível de produção de jan/26 seguiu 0,3% aquém daquele de set/25, desconsiderados os eventuais efeitos sazonais.

                          Outo comentário a ser feito diz respeito à distribuição do crescimento. Dos 25 ramos acompanhados pelo IBGE, 19 apontaram ampliação de produção. Ou seja, uma parcela majoritária de 76% deles. É um perfil favorável porque mostra que a alta não foi produzida por casos isolados. 

                          Apesar disso, vale observar que o impulso do início do ano não foi suficiente para anular quedas anteriores para a maioria dos ramos. Assim como no caso da indústria geral, o nível de produção de jan/26 ainda se encontrava inferior ao de set/25 para 64% dos ramos identificados pelo IBGE.

                          Isso também marca a performance de dois dos quatro macrossetores: bens de capital, cuja produção avançou +2,0% em jan/26, mas seguiu 5,7% abaixo de set/25, e bens intermediários, onde a alta de +1,7% em jan/26 levou este macrossetor a um patamar ainda 1,7% inferior ao de set/25.

                          Outra observação que se pode fazer para este início de ano é a contribuição destacada pelo IBGE de dois ramos para a intensidade do dinamismo industrial. 

                          De um lado, estão produtos químicos, com expansão de +6,2% em relação a dez/25, com ajuste sazonal, estimulados pela produção de fertilizantes e defensivos agrícolas, como resultado da dinâmica agrícola do país. 

                          De outro lado, há veículos e autopeças, cuja alta foi de +6,3%, com destaque para a produção de caminhões. Neste caso, há contribuição positiva do programa Move Brasil, que em jan/26 liberou cerca de R$ 1,9 bilhão de crédito para a renovação de frota de caminhões, segundo o Mdic.

                          Para ambos os casos, porém, este dinamismo de jan/26, mesmo que venha a ter continuidade, é apenas um início de reação. Se compararmos jan/26 com jan/25, a indústria química apresenta retração de -2,9% e a produção de veículos e autopeças, de -7,7%. Isto é, resultados bem aquém da média da indústria, que foi de +0,2% nesta comparação.

                          Há ainda a contribuição de derivados de petróleo e biocombustíveis, com alta mais modesta, de +2,0% na série com ajuste sazonal em jan/26 ante +5,0% em dez/25. Também neste caso, ficou no vermelho na comparação com o mesmo mês do ano passado (-1,2%), pela décima vez consecutiva.

                          Frente à situação de um ano atrás, a parcela da indústria em pior condição segue sendo aquela com maior vulnerabilidade à conjuntura de elevadas taxas de juros no país: -11,8% em bens de capital e -4,0% em bens de consumo duráveis.

                          No primeiro caso, todos os seus componentes estão no vermelho em comparação com jan/25, notadamente bens de capital para agricultura, transportes, construção e de uso misto. No segundo caso, a reação da automobilística não fez frente à retração acentuada em eletrodomésticos e móveis. 

                          Resultados da Indústria

                          A produção industrial brasileira iniciou o ano de 2026 com avanço de +1,8% no mês de jan/26 frente ao índice de dez/25 na série com ajuste sazonal, sendo a expansão mais elevada desde jun/24 (+4,4%) e eliminando parte do recuo de -2,2% acumulado do bimestre nov-dez/25.

                          [I1.1]

                          Em relação ao índice do primeiro mês de 2025, na série sem ajuste sazonal, o total da indústria avançou +0,2% em jan/26 e interrompeu três meses consecutivos de queda na produção: dezembro (-0,1%), novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%). A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, cresceu +0,5% em jan/26, mas manteve trajetória declinante frente aos resultados dos meses anteriores.

                           

                          A variação positiva de +1,8% da atividade industrial na passagem de dez/25 para jan/26 (série com ajuste sazonal) foi impulsionada pelos resultados positivos em todos os quatro macrossetores. Bens de consumo duráveis (+6,3%) assinalaram a taxa positiva mais acentuada do período, seguidos de longe por bens de capital (+2,0%), bens intermediários (+1,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (+1,2%). Cabe destacar que no caso da produção de bens de capital, a alta de jan/26 interrompeu dois meses consecutivos de queda, período em que acumulou perda de -7,9%.

                           

                          Na comparação mês/mesmo mês do ano anterior, o acréscimo de +0,2% da indústria total em jan/26 foi puxado por dois macrossetores: bens intermediários (+1,2%) e bens de consumo semi e não duráveis (+0,8%). Por outro lado, os segmentos de bens de consumo duráveis (-4,0%) e de bens de capital (-11,8%) mostraram os recuos na produção neste mês.

                          Os bens intermediários tiveram avanço de +1,2% frente a jan/25, com crescimento na produção da indústria extrativa (+11,9%), produtos alimentícios (+2,1%), produtos de borracha e de material plástico (+1,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+0,4%), enquanto as pressões negativas foram registradas por veículos automotores, reboques e carrocerias (-8,5%), máquinas e equipamentos (-19,0%), produtos de metal (-6,3%), produtos químicos (-2,7%), produtos de minerais não metálicos (-2,4%), produtos têxteis (-6,4%), metalurgia (-1,5%) e celulose, papel e produtos de papel (-2,0%).

                           

                          O macrossetor produtor de bens de consumo semi e não duráveis mostrou variação positiva de +0,8% em jan/26, devido aos resultados nos grupamentos de não duráveis (+6,8%), alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (+1,7%) e alimentos e bebidas básicos para consumo doméstico (+42,1%). Por outro lado, os grupamentos de semiduráveis (-6,1%) e de carburantes (-5,0%) apontaram as taxas negativas em jan/26.

                          O setor de bens de consumo duráveis, ainda no confronto com igual mês do ano anterior, ao assinalar queda de -4,0% em jan/26, marcou a terceira taxa negativa consecutiva. O setor foi pressionado pela menor fabricação de eletrodomésticos da “linha branca” (-6,0%), “linha marrom” (-2,8%), outros eletrodomésticos (-0,7%) e móveis (-9,8%). Por outro lado, os principais impactos positivos vieram de automóveis (+1,8%) e de motocicletas (+13,2%).

                          Os bens de capital recuaram – 11,8% em jan/26 frente a igual período do ano anterior, a oitava taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação. O segmento foi influenciado pelo recuo observado no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-10,2%), para fins industriais (-9,9%), de uso misto (-17,8%), agrícolas (-17,9%), para construção (-13,0%) e para energia elétrica (-0,6%).

                           

                          Por dentro da Indústria de Transformação

                          A produção do total da indústria brasileira assinalou crescimento de +1,8% em jan/26 frente a dez/25 na série livre dos efeitos sazonais. Neste mês, a indústria de transformação cresceu +2,1% nesta comparação, enquanto a produção da indústria extrativa avançou +1,2%.

                          Na comparação com jan/25, o resultado de +0,2% da indústria geral foi puxada pela indústria extrativa, que obteve alta de +11,9%, sendo que a indústria de transformação apontou queda de -1,9%. 

                           

                          No resultado frente a dez/25, com ajuste sazonal, observa-se predomínio de taxas positivas, alcançando 19 dos 25 ramos pesquisados. Entre as atividades, as influências positivas mais importantes na indústria de transformação foram assinaladas por produtos químicos (+6,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (+6,3%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (+2,0%), seguidos por metalurgia (+4,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (+6,5%), bebidas (+4,1%), produtos de metal (+2,3%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (+3,3%).

                          Por outro lado, entre as atividades que mostraram recuo na produção, máquinas e equipamentos (-6,7%), produtos alimentícios (-0,8%) e celulose, papel e produtos de papel (-1,9%) exerceram os principais impactos na média da indústria.

                           

                          Na comparação com mesmo mês de 2025, o setor industrial assinalou variação de +0,2% em jan/26, com resultados positivos em 8 dos 25 ramos, 24 dos 80 grupos e 37,9% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que janeiro de 2026 (21 dias) teve 1 dia til a menos que igual mês do ano anterior (22).

                          Entre as atividades, as principais influências positivas na indústria de transformação foram registradas por produtos farmoquímicos e farmacêuticos (20,7%) e produtos alimentícios (2,0%).

                          Por outro lado, ainda na comparação com jan/25, entre as atividades que apontaram redução na produção, máquinas e equipamentos (-15,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,7%) e produtos químicos (-2,9%) exerceram as maiores influências negativas. 

                           

                          Utilização de Capacidade

                          A utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, acordo com a série da FGV com ajustes sazonais, cresceu +1,3 p.p. na passagem de dez/25 para jan/26, registrando patamar de 81,3%. Em fev/26, a capacidade instalada apresentou avanço de +0,3 p.p., ficando em 81,6%.

                           

                          De acordo com os dados da CNI, a utilização da capacidade instalada cresceu +0,2 p.p. entre dez/25 e jan/26 (77,6%), considerando os dados livres de efeitos sazonais. Na comparação entre jan/25 e jan/26, essa variável registrou decréscimo de -1,1 ponto percentual.

                           

                          Estoques

                          De acordo com os dados da Sondagem Industrial da CNI, o indicador da evolução dos estoques de produtos da indústria total ficou em 48,8 pontos em jan/26, avançando +0,4 ponto frente a dez/25. No caso do segmento da indústria de transformação, o indicador da CNI foi de 48,4 pontos em dez/25 para 48,7 pontos em jan/26. A indústria extrativa também avançou, porém em maior medida do que a indústria de transformação (+3,9 para 50,3 pontos) no mesmo período.

                          Para a indústria geral, o indicador de satisfação dos estoques recuou, indo de 50,6 pontos em dez/25 para 49,2 pontos em jan/26, sinalizando que os estoques estão menores que o desejado. Cabe lembrar que o nível de equilíbrio é de 50,0 pontos, visto que acima desse valor há excesso de estoques e abaixo dele, estoques menores do que o desejado. No caso do setor extrativo e no caso da indústria de transformação, o indicador de satisfação registrou 49,4 pontos e 49,2 pontos, respectivamente.

                          Em jan/26, 28% dos ramos industriais apresentaram estoques maiores do que o planejado (acima de 50 pontos), resultado inferior ao mês anterior (32%). Entre os ramos acima de 50 pontos em jan/26 destacaram-se: calçados (54,4 pontos), têxteis (53,6 pontos), couros (53,1 pontos), farmacêuticos (51,7 pontos), produtos de metal (51,3 pontos), limpeza e perfumaria (51,0 pontos) e móveis (50,9 pontos).

                          Por outro lado, ficaram abaixo e mais distantes do equilíbrio os seguintes ramos: impressão e reprodução (40,9 pontos), bebidas (43,5 pontos), minerais não metálicos (44,2 pontos), madeira (44,3 pontos) e produtos diversos (45,0 pontos). 

                           

                          Confiança e Expectativas

                          O Índice de Confiança do Empresário da Indústria de Transformação da CNI registrou 48,6 pontos em fev/26, caindo -0,2 p.p. frente a jan/26. Na passagem de jan/26 para fev/26, o componente referente às expectativas em relação ao futuro foi de 51,4 para 51,2 pontos, ficando na zona de otimismo. O componente que capta a percepção dos empresários quanto a evolução presente dos negócios ficou praticamente estável (+0,1 p.p.), mantendo-se na região pessimista (43,6 pontos).

                           

                          O Índice de Confiança da Indústria de Transformação (ICI) da FGV cresceu +0,6 ponto na passagem de jan/26 para fev/26, registrando 96,7 pontos, ficando ainda na região de pessimismo, ou seja, abaixo de 100 pontos.

                          O resultado de fev/26 foi influenciado pela alta do seu componente referente às avaliações atuais, que passou de 96,4 pontos para 97,4 pontos em fev/26, e do índice das expectativas futuras, que foi de 95,7 pontos para 96,0 pontos.

                           

                          Outro indicador utilizado para avaliar a perspectiva do dinamismo da indústria é o Purchasing Managers’ Index – PMI Manufacturing, calculado pela consultoria Markit Financial Information Services. Em jan/26, ficou em 48,1 pontos, recuando para 47,3 pontos em fev/26, indicando piora do quadro de negócios do setor.

                           

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