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                          Carta IEDI

                          Edição 1278
                          Publicado em: 28/08/2024

                          Crescimento com aceleração industrial

                          Sumário

                          Em jun/24, a atividade econômica do país registrou destacado impulso, devido a expansões em todos os seus grandes setores. Quem mais cresceu foi a indústria, que registrou seu melhor resultado na série com ajuste sazonal desde jul/20, mais do que compensando o declínio acumulado nos dois meses anteriores.

                          A alta da indústria chegou a +4,1% na passagem de mai/24 para jun/24, refletindo a reação da produção no Rio Grande do Sul (+34,9%, com ajuste sazonal), após a paralisação provocada pelas enchentes, mas também devido a derivados de petróleo e biocombustíveis (+4,0%), depois de paradas técnicas anunciadas pela Petrobras.

                          Apesar destes fatores, cabe enfatizar que a sinalização positiva foi difundida no sistema industrial: atingiu todos os seus macrossetores, 64% dos seus ramos e 53% dos parques regionais.

                          O setor de serviços, por sua vez, registrou seu melhor resultado no ano, após oscilações em torno da estabilidade. Na série livre de efeitos sazonais, a alta foi de +1,7% frente a mai/24, com aumento de faturamento real em todos os segmentos identificados pelo IBGE.

                          Os segmentos que tinham caído em mai/24 conseguiram recuperar as perdas e o único caso a assinalar desaceleração, os serviços prestados às famílias, havia se saído bem no mês anterior: +3,1% em mai/24 e +0,3% em jun/24, com ajuste sazonal.

                          Com o apoio da indústria e dos serviços, o indicador IBC-Br do Banco Central, que funciona como uma proxy do PIB, também apresentou seu melhor resultado de 2024 no mês de junho: +1,4% frente ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais.

                          O comércio varejista foi quem perdeu dinamismo. Suas vendas recuaram -1,0%, e, se considerados os ramos de veículos, autopeças, material de construção e atacarejo, isto é, no conceito ampliado do setor, o resultado aproximou-se da estabilidade, com variação de +0,4%. 

                          O fraco resultado neste final de semestre deve-se a apenas dois de seus ramos: supermercado, alimentos, bebidas e fumo (-2,1%, com ajuste) e artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%). As vendas de veículos e autopeças (+3,9%) e de material de construção (+4,8%) evitaram que o varejo ampliado ficasse no vermelho.

                          Apesar da evolução mais modesta neste último mês, o comércio varejista continua em alta em relação ao ano passado, superando os resultados dos outros dois setores no 2º trim/24. Em seu conceito restrito registrou +4,6% e em seu conceito ampliado, +4,0% ante o 2º trim/23, com alguma desaceleração vis-à-vis o 1º trim/24.

                          A produção da indústria cresceu +3,3% no 2º trim/24, puxada por bens de capital (+11,7%) e bens de consumo duráveis (+7,7%), embora bens de consumo semi e não duráveis (+6,4%) também tenham crescido bem, com ajuda dos ramos de carnes e de combustíveis.

                          No caso dos serviços, cujo ritmo de crescimento vem se desacelerando à medida que as bases de comparação estão se tornando mais robustas, o resultado foi de +2,0% ante o 2º trim/23. Dois de seus ramos tiveram alta bastante acima deste patamar: informação e comunicação (+6,0%) e outros serviços (+6,1%), que reúnem um conjunto diversificado de atividades. O único ramo no vermelho foi o de transportes, seus auxiliares e correios (-1,5%).

                          Com apoio do 2º trim/24, todos os grandes setores aqui analisados avançaram no acumulado da primeira metade do ano, ganhando velocidade em comparação com os resultados no segundo semestre do ano passado. Além disso, o varejo e a indústria também se saíram melhor do que no 1º sem/23.

                          A indústria é quem apresenta a reversão mais nítida de quadro, progredindo de -0,3% no 1º sem/23 para +2,6% no 1º sem/24. Na origem desta melhora está a indústria de transformação, que passou de -1,3% para +2,7% no período.

                          O varejo, já em crescimento no 1º sem/23, passou de +2,1% para +4,4% no 1º sem/24, em seu conceito ampliado, enquanto os serviços desaqueceram de +4,7% para +1,6%, respectivamente, influenciando a passagem de +3,7% para +2,1% do indicador IBC-Br do Banco Central.

                           
                           

                          Indústria

                          A reação da produção industrial registrada na passagem de mai/24 para jun/24 foi acompanhada de alta em 64% dos seus ramos e pouco mais da metade dos parques regionais do setor, notadamente da indústria gaúcha, compensando o choque inicial provocado pelas enchentes no mês anterior. Houve também reforço de crescimento na indústria paulista.

                           

                          No agregado nacional, o resultado de jun/24 foi de +4,1%, já descontados os efeitos sazonais, sobrepujando assim, a retração de -1,8% acumulado nos dois meses anteriores. Foi o melhor resultado da série desde jul/20 e mais do que compensou o declínio acumulado dos dois meses anteriores.

                           

                          Ainda que a produção tenha crescido em 16 dos 25 ramos industriais na série com ajuste sazonal, derivados de petróleo e biocombustíveis deram a maior contribuição ao resultado agregado, segundo o IBGE. Em meses anteriores, Petrobras noticiou paradas técnicas em algumas de suas refinarias, reduzindo as bases de comparação, e ajudando na obtenção de variação positiva agora em jun/24. A produção de etanol também se destacou.

                           

                          Cabe observar, porém, os macrossetores de bens de capital e de bens de consumo duráveis, cujos mercados são mais sensíveis aos níveis de taxas de juros, não chegaram a compensar suas perdas de mai/24. No primeiro caso, a produção cresceu +0,5%, mas havia caído -2,2% em mai/24, e no segundo caso, registrou +4,4% após queda de -5,6%.

                          Regionalmente, os dados divulgados pelo IBGE, mostram que o Rio Grande do Sul liderou o avanço de jun/24 ao apresentar variação de +34,9%, após o recuo de -26,3% de mai/24, sempre na série com ajuste.

                          Ao todo, 8 dos 15 parques industriais acompanhados pelo IBGE ficaram no azul, uma parcela de 53%. Em 47% do número total de parques, jun/24 se mostrou melhor do que mai/24, em geral nos estados do Sudeste e do Sul do país.

                           

                          São Paulo, que possui uma indústria mais diversificada, teve seu terceiro mês consecutivo de expansão, reforçando a intensidade de seu crescimento na passagem de mai/24 (+0,4%) para jun/24 (+1,3%). 

                          Em comparação com um ano atrás, o desempenho da indústria paulista praticamente triplicou no 2º trim/24, o que foi importante para atenuar o impacto de outros parques que perderam dinamismo, a exemplo do Rio Grande do Sul, mas não apenas.

                           

                          Para São Paulo, 2024 trouxe de volta uma fase de crescimento, depois de ter recuado em todos os quatro trimestres de 2023 na comparação interanual. Mais do que isso, seu resultado passou de +2,1% no 1º trim/24 para +6,5% no 2º trim/24, alavancado pela produção de alimentos (+4,2% e +11,3%, respectivamente), farmoquímicos e farmacêuticos (-5,8% e +12,9%), máquinas e aparelhos elétricos (+9,0% e +20,3%) e outros equipamentos de transporte (+7,5% e +23,3%).

                          Também ganharam vigor outros ramos importantes da indústria paulista. Foi o caso, por exemplo, da indústria automobilística, cuja produção caiu a taxas de dois dígitos na segunda metade de 2023, registrou -0,6% em jan-mar/24, para então voltar a crescer no 2º trim/24: +3,0%.

                           

                          Outro parque que melhorou seu desempenho no 2º trim/24 foi o Nordeste. Tomada a região como um todo, a queda de -1,5% em jan-mar/24 deu lugar a uma alta de +0,8% em abr-jun/24, sob influência do Maranhão, Ceará e Pernambuco. Setorialmente, contribuíram para isso alimentos, bebidas, têxteis, confecção e calçados, bem como produtos de borracha e de metal e a produção de veículos.

                           

                          No vermelho ficaram apenas 22% dos parques acompanhados pelo IBGE no 2º trim/24. O pior caso foi a da indústria gaúcha, cuja produção foi desorganizada pelas enchentes. Sua queda chegou a -4,3% e interrompeu a sinalização positiva da entrada do ano. As perdas mais graves ficaram a cargo de máquinas e equipamentos (-26,3%), bebidas (-21,1%), fumo (-15,9%), metalurgia (-12,9%), minerais não metálicos (-11,5%) e químicos (-10,9%).

                           

                          Comércio

                          Em jun/24, as vendas do comércio recuaram -1,0%, já corrigidos os efeitos sazonais, e, se considerados os ramos de veículos, autopeças, material de construção e atacarejo, isto é, no conceito ampliado do setor, o resultado aproximou-se da estabilidade (+0,4%). Este desempenho contrasta com os avanços registrados pela indústria (+4,1%) e pelos serviços (+1,7%) no fim do semestre.

                           

                          A perda de dinamismo do comércio em relação ao mês anterior foi condicionada, por apenas dois de seus ramos, notadamente pelas vendas de supermercado, alimentos, bebidas e fumo, que encolheram -2,1%, já descontados os efeitos sazonais. O ramo de artigos de uso pessoal e doméstico, que inclui as lojas de departamento, caiu -1,8% na mesma comparação.

                           

                          Já o varejo ampliado evitou o terreno negativo graças a veículos e autopeças, cujas vendas cresceram +3,9% na passagem de jun/24 para mai/24, mais do que compensando o recuo anteriormente assinalado (-2,6%). Material de construção também ajudou, ao registrar +4,8%, com ajuste sazonal.

                           

                          Apesar da evolução mais modesta neste último mês, o setor continua em alta em relação ao ano passado, superando os resultados da indústria (+3,3%) e dos serviços (+2,0%) no 2º trim/24. Em seu conceito restrito, o varejo cresceu +4,6% e em seu conceito ampliado, +4,0% ante o 2º trim/23, com alguma desaceleração vis-à-vis o 1º trim/24.

                           

                          Dois ramos foram importantes para o menor resultado no 2º trim/24: combustíveis e lubrificantes, que ampliaram sua queda de -1,6% no 1º trim/24 para -2,2%; e supermercado, alimentos, bebidas e fumo, cujo ritmo de expansão caiu pela metade, de +8,0% para +4,1%.

                           

                          Em contrapartida, os ramos de bens de consumo duráveis apresentaram melhora de desempenho. Móveis e eletrodomésticos bem como equipamentos de escritório, informática e comunicação, que tinham caído no 1º trim/24 (-0,3% e -0,1%, respectivamente), voltaram a crescer com algum vigor no 2º trim/24: +5,4% no primeiro caso de +6,4% no segundo caso, sempre em relação ao mesmo período do ano anterior. 

                           

                          O mesmo ocorreu com material de construção (-1,8% no 1º trim/24 e +5,9% no 2º trim/24), que assim como bens de consumo duráveis, também dependem das condições de financiamento das famílias. Essas evoluções, além do repasse de quedas anteriores da Selic para as taxas de empréstimo, também podem estar refletindo a trajetória cadente do comprometimento da renda das famílias com o serviço de dívidas desde meados do ano passado, como indicam as estatísticas do Banco Central.

                           

                          As vendas de veículos e autopeças, a seu turno, já estavam em expansão nos trimestres anteriores e, em abr-jun/24, foi um dos ramos mais dinâmicos do varejo. Sua alta de +14,8%, estimulada por estratégias de crédito ostensivas dos bancos das montadoras, só não foi mais intenso do que o resultado do ramo de farmacêuticos, perfumaria e produtos ortopédicos (+15,8%) no 2º trim/24.

                           

                          Serviços

                          Em jun/24, o setor de serviços registrou seu melhor resultado no ano, após oscilações em torno da estabilidade. Na série livre de efeitos sazonais, a alta foi de +1,7% frente a mai/24, com aumento de faturamento real em todos os segmentos identificados pelo IBGE.

                           

                          Os segmentos que tinham caído em mai/24 conseguiram recuperar as perdas e o único caso a assinalar desaceleração, os serviços prestados às famílias, havia se saído bem no mês anterior: +3,1% em mai/24 e +0,3% em jun/24, com ajuste sazonal.

                          Dois ramos lideraram a reação neste final de semestre: serviços de informação e comunicação, com +2,0%, e transportes, armazenagem e correio, com +1,8%, igualmente com na série com ajuste. Em ambos os casos, as altas predominam em 2024 e apresentam alguma robustez.

                           

                          Com um peso de quase ¼ do setor de serviços como um todo, o ramo de informação e comunicação é quem tem puxado o desempenho geral em 2024, registrando a trajetória mais consistente de crescimento. Vale lembrar que estes serviços expressam o avanço de processos digitais e de atividades via internet, reforçado no período pós pandemia.

                          No 2º trim/24, o faturamento real de serviços de informação e comunicação teve expansão de +6,0% frente ao mesmo período do ano anterior, intensificando a alta do 1º trim/24 (+5,3%). O ramo de outros serviços também cresceu bem, +6,1% no 2º trim/24, mas se recupera de uma fase adversa.

                           

                          Os serviços prestados às famílias e os profissionais, administrativos e complementaram cresceram frente ao ano passado, mas perderam um pouco de vigor no 2º trim/24. No primeiro caso, devido a alimentação e ao segmento de outros serviços pessoais. No segundo caso, perderam fôlego os serviços técnicos profissionais, que representam atividades mais especializadas, com maior qualificação.

                           

                          O único ramo a ficar no vermelho foi o de transportes, seus auxiliares e correios, com -1,5% no 2º trim/24, mas ao menos reduziu pela metade a intensidade da queda que havia registrado na virada de 2023 para 2024. Cabe observar que a enchentes no sul do país prejudicaram o cálculo de volume deste ramo, como pontuado pelo IBGE, em função da suspensão de pedágios, usados como deflator.

                           

                          Houve piora no transporte terrestre vis-à-vis o quadro de um ano atrás, notadamente no transporte de carga. Por outro lado, transporte aéreo deixou o terreno negativo do 1º trim/24 e voltou a se expandir no 2º trim/24, motivado pela redução de preços, como pontua o IBGE. Este segmento ajudou, assim, a amenizar as perdas de transporte como um todo.

                           

                           
                           
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