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                          IEDI na Imprensa - Economia Pode Recuar até 1% no 4º Trimestre

                          Publicado em: 10/12/2008

                          Economia Pode Recuar até 1% no 4º Trimestre
                          O Globo - 10/12/2008

                          Com agravamento da crise, analistas refazem previsões para o PIB. Para 2009, aposta é de alta de até 3%

                          Bruno Villas Bôas, Cássia Almeida, Fabiana Ribeiro e Patrícia Duarte

                          O bom desempenho da economia no terceiro trimestre foi recebido ontem por bancos e consultorias como a última boa notícia após a piora da crise global. Isso porque, afirmam os analistas, os impactos sobre a confiança dos consumidores e a oferta de crédito para compra de produtos — como automóveis, eletrodomésticos e roupas — vão provocar a retração do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre deste ano. Segundo as previsões, a economia vai encolher de 0,4% a 1% entre outubro e dezembro deste ano, frente aos três meses anteriores.

                          Para 2008 como um todo, apostam em alta de 4,9% a 6% e, para 2009, de 1,08% a 3%.

                          Segundo Marcela Prada, economista da Tendências, a queda do PIB no quarto trimestre será de 0,4%. Segundo ela, o resultado será puxado para baixo pelo consumo das famílias, que deve desacelerar após a alta de 7,3% de julho a setembro deste ano ante igual período de 2007.

                          Marcela lembrou que a sondagem das expectativas dos consumidores da FGV já revelou que a população está mais cautelosa nas compras.

                          — A crise não afetou os resultados do PIB do último trimestre. Mas, agora, a demanda está em forte desaceleração. Com a crise e a desconfiança, o consumo tende a recuar como um todo. Mesma avaliação fez Tatiana Pinheiro, economista do Santander.

                          Para ela, o setor industrial tende a recuar especialmente em bens duráveis (como automóveis e eletrodomésticos) e semiduráveis (como tecidos, roupas e calçados). Ela aposta em uma queda de 0,5% do PIB no quarto trimestre na margem e avanço de 3,4% contra igual período do ano passado.

                          — Foi o último suspiro antes da desaceleração da economia — disse André Perfeito, economista da Gradual Investimentos.

                          PIB crescerá 4,8% no ano mesmo se houver estagnação Na divulgação dos resultados do PIB ontem, o IBGE fez algumas simulações para este ano. Se houver estagnação no quarto trimestre ante igual período de 2007, o país terá crescido 4,8% este ano. Para alcançar uma taxa de 6% em 2008, seria necessário que o avanço de outubro a dezembro ficasse em 4,9%, o que já representaria uma desaceleração forte frente ao terceiro trimestre, que cresceu 6,8%.

                          — Para chegar a um crescimento de 5,7%, o mesmo de 2007, a expansão teria que ficar em 3,7% — disse Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE.

                          Segundo o IBGE, a indústria cresceu 7,1% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2007. Frente ao segundo trimestre, o avanço foi de 2,6%. E, no ano, acumula alta de 6,5%. À frente, o setor de construção civil, que cresceu 11,7% em comparação a igual período de 2007 — a maior taxa desde 1996.

                          Para Sergio Vale, economistachefe da MB Associados, o PIB do quatro trimestre apresentará queda de 1% em relação ao anterior. Mas alta de 3,2% ante a igual período de 2007. No ano, a expectativa é de alta de 5,6%, disse ele.

                          — A questão é que a crise afetou o crédito, dinâmica do nosso crescimento, baseado no mercado doméstico.

                          Segundo Rogério César Souza, economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), a indústria brasileira deve sofrer uma desaceleração no quatro trimestre.

                          — O governo terá de estimular mais a economia para evitar desaceleração mais forte.

                          Mais otimista, Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Unicamp e um dos conselheiros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou ontem que acha pouco provável que haja crescimento negativo no quarto trimestre.

                          — A minha impressão é que teremos uma desaceleração razoável. O governo tem sempre condições de reagir — afirmou ele, sem, no entanto, fazer projeções para o PIB.

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