Destaque IEDI - Estágios de recuperação
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Em 2025, a trajetória do emprego industrial se saiu melhor do que no restante do setor privado.
Os dados mais recentes da UNIDO indicam certa acomodação no ritmo de crescimento da indústria mundial, mas sem grandes rupturas com o padrão que vinha registrando desde meados de 2022.
Em 2025, a estratégia do governo Trump de transformar tarifas de importação em “armas geoeconômicas” aprofundou o protecionismo e agravou a incerteza no mundo.
O debate sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da chamada “escala 6x1” voltou a ocupar posição central na agenda pública brasileira, a partir de propostas legislativas tanto do Senado como da Câmara.
O endividamento das famílias continuou crescendo em 2025, chegando a quase 50% da renda disponível da população em dezembro.
Em março deste ano, com o Industrial Accelerator Act (IAA), a União Europeia reforçou a musculatura de sua estratégia industrial.
Em 2025, as condições de financiamento do setor privado no Brasil se deterioraram na esteira da elevação das taxas de juros e o financiamento das empresas foi quem mais desacelerou.
O ano teve início com expansão da indústria brasileira. A alta de jan/26 chegou a +1,8% já descontados os efeitos sazonais, o que não é desprezível para o padrão recente.
O dinamismo industrial brasileiro, que havia ganhado tração em 2024, não resistiu ao quadro de elevadas taxas de juros de 2025 e voltou a se retrair.
Os dados do IBGE desta manhã confirmam o quadro de desaceleração econômica do país: estagnação do consumo das famílias e recuo expressivo dos investimentos travaram o PIB no 4º trim/25 e aprofundaram as perdas da indústria, notadamente na construção e na indústria de transformação.
