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                          Carta IEDI

                          Edição 671
                          Publicado em: 10/04/2015

                          A Indústria em Fevereiro de 2015: 12 Quedas Consecutivas

                          Sumário

                          Especialmente para bens de consumo duráveis e de capital, os maus resultados da indústria explicam-se pelo cenário macroeconômico, tem sido bastante amargo. Tanto por conta da redução do crédito ao consumidor e ao investimento, quanto por conta da deterioração das expectativas, o que prejudica o gasto de médio/longo prazo. Mas preocupa também a retração de bens intermediários. Com maior peso na indústria nacional, tende a impactar fortemente a média total. E as perspectivas não são animadoras: o primeiro bimestre de 2015 começou mais fraco do que o de 2014, sendo que o indicador mensal do grupamento de insumos para a construção civil acumula perdas em 12 meses consecutivos e o de embalagens registra queda há 5 meses (em relação ao mesmo mês do ano anterior).

                          Como foi divulgado pelo IBGE na última sexta-feira, dia 01/04/2015, a indústria brasileira registrou recuo de 0,9% em fevereiro em relação ao mês anterior, na série com dados dessazonalizados, após alta de 0,3% em janeiro. Na comparação com fevereiro de 2014, a queda foi de 9,1%, o pior resultado nesta base de comparação desde julho/2009, quando se observou uma variação negativa de 10,0%. Vale notar, porém, que fevereiro de 2015 teve dois dias úteis a menos do que 2014, o que puxou para baixo o resultado. No acumulado do primeiro bimestre de 2015, a variação da produção foi de -7,1% e no dos últimos 12 meses frente igual período imediatamente anterior, de -4,5%.

                          A diminuição na produção industrial de fevereiro de 2015 de 0,9% com relação a janeiro deste ano, na série com ajustamento sazonal, foi registrada em 11 dos 24 ramos pesquisados. Destacaram-se as quedas de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%), produtos do fumo (-24,0%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,2%), farmoquímicos e farmacêuticos (-3,4%), metalurgia (-0,9%), bebidas (-1,2%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-2,4%) e produtos de minerais não-metálicos (-1,1%). Entretanto houve crescimento em 12 ramos, em especial de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (2,0%), indústrias extrativas (0,9%), produtos de metal (2,9%), produtos têxteis (4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%) e máquinas e equipamentos (1,2%).

                          No indicador mensal, a produção de fevereiro comparada com o mesmo mês do ano passado assinalou queda em 24 dos 26 ramos. Veículos automotores, reboques e carrocerias puxaram a retração, dada a queda de 30,4%, registrada em 97% dos produtos investigados no setor. Também foram influências negativas fortes as quedas em equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-33,9%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,9%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-24,0%), de máquinas e equipamentos (-10,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-19,7%), de produtos de metal (-12,8%). Das atividades que cresceram, a principal foi de indústrias extrativas (11,9%), graças aos itens minérios de ferro pelotizados, óleos brutos de petróleo e minérios de ferro em bruto ou beneficiado.

                          O índice acumulado janeiro-fevereiro de 2015, comparado a igual período do ano anterior, registrou redução de 7,1%, também em 24 dos 26 ramos pesquisados, sendo que o ramo que causa maior impacto negativo para o total da indústria é o de veículos automotores, reboques e carrocerias (-24,7%). Em termos de categorias, no primeiro bimestre de 2015 bens de capital acumulam perdas de 21,1% e bens de consumo duráveis 20,1%, devido à principalmente variações negativas na produção de bens de capital para equipamentos de transporte (-27,8%), na primeira, e de automóveis (-22,0%), na segunda. Bens de consumo semi e não-duráveis caem 6,9% e bens intermediários tiveram perdas de 3,2%.

                          Nos últimos 12 meses, a retração de 4,5% só não foi maior por conta do crescimento das indústrias extrativo-mineral (7,5%), porque o restante das categorias da indústria de transformação assinalam taxas de variação negativas. Destacam-se as quedas de bens de capital (-13,5%), bens de consumo duráveis (-13,4%) e, em menor proporção, de bens intermediários (-4,6%). Nos três casos, a redução da produção nos índices mensais acumulam perdas em 12 meses seguidos, ou seja, não tiveram nem sequem momentos de alívio nessa franca descida.

                          Especialmente para bens de consumo duráveis e de capital, o cenário macroeconômico tem sido bastante amargo. Tanto por conta da redução do crédito ao consumidor e ao investimento, quanto por conta da deterioração das expectativas, o que prejudica o gasto de médio/longo prazo. Mas preocupa também a retração de bens intermediários. Com maior peso na indústria nacional, tende a impactar fortemente a média total. E as perspectivas não são animadoras: o primeiro bimestre de 2015 começou mais fraco do que o de 2014, sendo que o indicador mensal do grupamento de insumos para a construção civil acumula perdas em 12 meses consecutivos e o de embalagens registra queda há 5 meses (em relação ao mesmo mês do ano anterior).

                          Conforme os dados da FGV para a utilização da capacidade ociosa, com ajuste sazonal, houve nova queda de 82% em janeiro para 81,6% em fevereiro de 2015 – um dos patamares mais reduzidos da série histórica. Essa piora é ainda mais aguda no indicador da CNI com ajuste sazonal, cujos resultados caíram de 80,9% para 79,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano.

                           
                          Resultados da Indústria. De acordo com os dados do IBGE, a indústria brasileira registrou recuo de 0,9% em fevereiro em relação ao mês anterior, na série com dados dessazonalizados, após alta de 0,3% em janeiro. Na comparação com fevereiro de 2014, a queda foi de 9,1%, o pior resultado nesta base de comparação desde julho/2009, quando se observou uma variação negativa de 10,0%. No acumulado do primeiro bimestre de 2015, a indústria brasileira acumulou queda de 7,1%. No acumulado dos últimos 12 meses frente igual período imediatamente anterior, a produção industrial manteve a trajetória de recuos crescentes, assinalando variação de –4,5% em fevereiro de 2015.

                          A diminuição na produção industrial de fevereiro de 2015 de 0,9% com relação a janeiro deste ano, na série com ajustamento sazonal, foi registrada em 11 dos 24 ramos pesquisados. Destacaram-se as quedas de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%), produtos do fumo (-24,0%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,2%), farmoquímicos e farmacêuticos (-3,4%), metalurgia (-0,9%), bebidas (-1,2%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-2,4%) e produtos de minerais não-metálicos (-1,1%). Entretanto houve crescimento em 12 ramos, em especial de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (2,0%), indústrias extrativas (0,9%), produtos de metal (2,9%), produtos têxteis (4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%) e máquinas e equipamentos (1,2%).

                          Verificou-se queda na produção industrial em fevereiro de 2015 em relação a janeiro do mesmo ano em todas as categorias de uso: bens de capital (-4,1%) – pressionada principalmente por caminhões, bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%), bens duráveis (-0,4%) e bens de intermediários (-0,1%). Ressalta-se que bens de consumo já registram cinco meses consecutivos de diminuição na produção, acumulando perdas de 4,9% no caso de semi e não duráveis e de 8,9% em duráveis.

                          Na comparação de fevereiro de 2015 com fevereiro de 2014, notando-se que em 2015 o mês teve dois dias úteis a menos do que o de 2014, acusaram-se impressionantes retrações em bens de consumo duráveis (-25,8%) e bens de capital (-25,7%), sendo também expressivos os resultados negativos de bens de consumo semi e não-duráveis (-8,9%) e de bens intermediários (-4,0%). Já se somam 12 meses seguidos de retração na produção de bens de capital, bens de consumo duráveis e bens intermediários, o que é também o caso dos grupamentos de insumos para construção civil, que são bens intermediários.

                          Em termos de gêneros industriais, a produção de fevereiro de 2015 comparado a fevereiro de 2014 assinalou queda em 24 dos 26 ramos, 66 dos 79 grupos e 70,2% dos 805 produtos pesquisados. Veículos automotores, reboques e carrocerias puxaram a retração, dada sua queda de 30,4%, registrada em 97% dos produtos investigados no setor. Também foram influências negativas fortes as quedas em equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-33,9%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,9%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-24,0%), de máquinas e equipamentos (-10,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-19,7%), de produtos de metal (-12,8%),. Das atividades que cresceram, a principal foi de indústrias extrativas (11,9%), graças aos itens minérios de ferro pelotizados, óleos brutos de petróleo e minérios de ferro em bruto ou beneficiado.

                          Por fim, o índice acumulado janeiro-fevereiro de 2015, comparado a igual período do ano anterior, registrou redução de 7,1%, em 24 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 69,2% dos 805 produtos pesquisados. Também neste caso o principal setor que causa a queda é o de veículos automotores, reboques e carrocerias (-24,7%) – com quedas principais em automóveis, caminhões, caminhão trator para reboques e semirreboques, carrocerias para caminhões e ônibus, autopeças e reboques e semirreboques. Em termos de categorias, no primeiro bimestre de 2015 bens de capital acumulam perdas de 21,1% e bens de consumo duráveis 20,1%, devido à principalmente variações negativas na produção de bens de capital para equipamentos de transporte (-27,8%), na primeira, e de automóveis (-22,0%), na segunda. Bens de consumo semi e não-duráveis caem 6,9% e bens intermediários tiveram perdas de 3,2%





                          Desempenho por Categoria de Uso. Verificou-se queda na produção industrial em fevereiro de 2015 em relação a janeiro do mesmo ano em todas as categorias de uso: bens de capital (-4,1%) – pressionada principalmente por caminhões, bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%), bens duráveis (-0,4%) e bens de intermediários (-0,1%). Ressalta-se que bens de consumo já registram cinco meses consecutivos de diminuição na produção, acumulando perdas de 4,9% no caso de semi e não duráveis e de 8,9% em duráveis.

                          Na comparação de fevereiro de 2015 com fevereiro de 2014, notando-se que em 2015 o mês teve dois dias úteis a menos do que o de 2014, acusaram-se impressionantes retrações em bens de consumo duráveis (-25,8%) e bens de capital (-25,7%), sendo também expressivos os resultados negativos de bens de consumo semi e não-duráveis (-8,9%) e de bens intermediários (-4,0%).

                          A queda de 25,8% em bens de consumo duráveis em fevereiro de 2015 versus mesmo mês do ano anterior significou um ano consecutivo de retração da categoria. Desta vez, particularmente influenciado pela menor fabricação de automóveis (-27,2%), que passou por reduções de jornadas de trabalho e pela concessão de férias coletivas em várias unidades produtivas. Além disso, foram também de peso as quedas de eletrodomésticos da “linha marrom” (-42,9%), de eletrodomésticos da “linha branca” (-20,9%), de motocicletas (-19,1%) e de móveis (-17,0%).

                          Por sua vez a retração de 25,7% em bens de capital em fevereiro de 2015 na comparação com igual mês de 2014, também há um ano em queda, foi a mais elevada desde abril de 2009 (-27,4%). Em fevereiro o que pesou negativamente foi principalmente a diminuição na produção em 33,3% de bens de capital para equipamentos de transporte, pressionado, principalmente, pela menor fabricação de caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, veículos para transporte de mercadorias, ônibus e reboques e semirreboques. Também foram fortes as retrações de bens de capital de uso misto (-25,7%), agrícola (-25,3%), para construção (-28,5%), para energia elétrica (-8,9%) e para fins industriais (-0,9%).

                          Já bens de consumo semi e não-duráveis (-8,9%) caíram em fevereiro de 2015 no índice mensal, sendo o quinto resultado negativo consecutivo neste confronto, graças essencialmente à não-duráveis (-15,1%), alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-5,9%) e semiduráveis (-10,3%), e carburantes (-5,1%) – dada a redução na fabricação de gasolina automotiva.

                          E bens intermediários (-4,0%) em fevereiro de 2015 comparado ao mesmo mês de 2015 completou também um ano de queda seguida, desta vez devida principalmente às retrações em veículos automotores, reboques e carrocerias (-22,4%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,4%), de produtos de metal (-15,0%), de produtos de minerais não-metálicos (-9,5%), de metalurgia (-6,0%), de produtos de borracha e de material plástico (-7,9%), de outros produtos químicos (-4,6%) e de produtos têxteis (-7,3%). Por outro lado, houve crescimento nas  indústrias extrativas (11,9%), máquinas e equipamentos (8,2%), produtos alimentícios (0,9%) e celulose, papel e produtos de papel (0,1%). Os grupamentos de insumos para construção civil (-11,5%) também assinalam perdas há um ano e embalagens (-3,1%) apontou o recuo mais intenso desde outubro de 2014.

                          Finalmente, no primeiro bimestre de 2015 bens de capital acumulam perdas de 21,1% e bens de consumo duráveis 20,1% devido à principalmente variações negativas na produção de bens de capital para equipamentos de transporte (-27,8%), na primeira, e de automóveis (-22,0%), na segunda. Bens de consumo semi e não-duráveis caem 6,9% e bens intermediários tiveram perdas de 3,2%







                          Por Dentro da Indústria de Transformação: Gêneros e Subsetores. A diminuição na produção industrial de fevereiro de 2015 de 0,9% com relação a janeiro deste ano, na série com ajustamento sazonal, foi registrada em 11 dos 24 ramos pesquisados. Destacaram-se as quedas de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%), produtos do fumo (-24,0%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,2%), farmoquímicos e farmacêuticos (-3,4%), metalurgia (-0,9%), bebidas (-1,2%), artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-2,4%) e produtos de minerais não-metálicos (-1,1%). Entretanto houve crescimento em 12 ramos, em especial de perfumaria, sabões, detergentes e produtos de limpeza (2,0%), indústrias extrativas (0,9%), produtos de metal (2,9%), produtos têxteis (4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%) e máquinas e equipamentos (1,2%).



                          A produção industrial de fevereiro de 2015 comparado a fevereiro de 2014 assinalou queda em 24 dos 26 ramos, 66 dos 79 grupos e 70,2% dos 805 produtos pesquisados. Veículos automotores, reboques e carrocerias puxaram a retração, dada sua queda de 30,4%, registrada em 97% dos produtos investigados no setor, destacando automóveis, caminhões, caminhão-trator para reboques e semirreboques, carrocerias para caminhões e ônibus, autopeças e reboques e semirreboques. Também foram influências negativas fortes as quedas em equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-33,9%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,9%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-24,0%), de máquinas e equipamentos (-10,6%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-19,7%), de produtos de metal (-12,8%), de produtos alimentícios (-3,2%), de produtos de minerais não-metálicos (-9,5%), de metalurgia (-6,0%), de produtos de borracha e de material plástico (-7,0%), de bebidas (-6,7%), de outros produtos químicos (-4,3%), de móveis (-16,1%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,3%). Das atividades que cresceram, a principal foi de indústrias extrativas (11,9%), graças aos itens minérios de ferro pelotizados, óleos brutos de petróleo e minérios de ferro em bruto ou beneficiado.

                          O índice acumulado janeiro-fevereiro de 2015, comparado a igual período do ano anterior, registrou redução de 7,1%, em 24 dos 26 ramos, 63 dos 79 grupos e 69,2% dos 805 produtos pesquisados. Também neste caso o principal setor que causa a queda é o de veículos automotores, reboques e carrocerias (-24,7%) – com quedas principais em automóveis, caminhões, caminhãotrator para reboques e semirreboques, carrocerias para caminhões e ônibus, autopeças e reboques e semirreboques. E ainda, pesaram também os impactos negativos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-29,4%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-6,5%), de máquinas e equipamentos (-10,0%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-19,2%), de produtos de metal (-11,5%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-17,1%), de produtos alimentícios (-2,9%), de outros produtos químicos (-5,6%), de produtos de minerais não-metálicos (-7,2%), de metalurgia (-4,7%) e de produtos de borracha e de material plástico (-6,0%). Em termos de produtos, as influências negativas mais importantes nesses ramos foram, respectivamente, televisores, monitores de vídeo para computadores, telefones celulares, computadores pessoais portáteis (laptops, notebooks, tablets e semelhantes), placas de circuito impresso montadas para informática, gravador ou reprodutor de sinais de áudio e vídeo (DVD, home theater e semelhantes), impressoras multifuncionais e peças e acessórios para máquinas de processamento de dados; óleos combustíveis, óleo diesel, gasolina automotiva, naftas para petroquímica e asfalto de petróleo; motoniveladores, tratores agrícolas, máquinas para colheita, silos metálicos para cereais, válvulas, torneiras e registros, carregadorastransportadoras e partes e peças para máquinas de colheita; medicamentos; estruturas de ferro e aço, esquadrias de alumínio, parafusos, ganchos, pinos ou porcas de ferro e aço e artefatos diversos de ferro e aço estampado; camisetas de malha, calças compridas, camisas, blusas e semelhantes de uso feminino, camisas de malha de uso masculino e calças, bermudas, jardineiras, shorts e semelhantes de malha de uso feminino; carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, bombons e chocolates em barras, sorvetes, picolés, leite em pó, carnes e miudezas de aves congeladas, açúcar cristal e carnes de suínos congeladas; inseticidas para uso na agricultura, tintas e vernizes para impressão, construção e para usos em geral, adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK) e polipropileno (PP); cimentos “Portland” e massa de concreto preparada para construção; artefatos e peças diversas de ferro fundido, vergalhões de aços ao carbono, barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre, bobinas a frio de aços ao carbono e tubos, canos e perfis ocos de aço; e peças e acessórios de plástico para indústria automobilística, garrafas, garrafões, frascos e artigos semelhantes de plástico e pneus novos para ônibus e caminhões.







                           
                          Tabela: Produção Física - Subsetores Industriais
                          Variação % em Relação ao Mesmo Mês do Ano Anterior (clique aqui)
                           


                           
                          Utilização de Capacidade. Conforme os dados da FGV para a utilização da capacidade ociosa, com ajuste sazonal, houve nova queda de 82% em janeiro para 81,6% em fevereiro de 2015. Essa piora é ainda mais aguda no indicador da CNI com ajuste sazonal, cujos resultados caíram de 80,9% para 79,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano.



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                          Publicado em: 27/03/2026

                          Descuido do Brasil na criação de condições para uma trajetória superior da produtividade impõe ônus para atender os anseios populares de redução da jornada de trabalho.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1352 - Ambição industrial europeia: um novo capítulo com o Industrial Accelerator Act 2026
                          Publicado em: 20/03/2026

                          A Lei de Aceleração Industrial da União Europeia, divulgada em março, dá musculatura à política industrial europeia, reforçando o vínculo entre a indústria e as ações de descarbonização e o apoio à inovação.

                          Carta IEDI
                          Carta IEDI n. 1351 - A indústria em jan/26: reação, mas com fragilidades
                          Publicado em: 16/03/2026

                          Para a indústria nacional, 2026 começou com aumento de produção com razoável intensidade, mas mesmo assim não suficiente para anular integralmente as adversidades do final de 2025. 

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