Carta IEDI

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Publicado em: 17/02/2017

Em 2016, o desempenho da economia brasileira não deve ser muito diferente daquele de 2015, mas houve uma mudança importante de perfil no nível setorial.

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Publicado em: 10/02/2017

O ano de 2016 encerrou com mais conjuntos de bens da indústria de transformação ampliando suas exportações. Três das quatro faixas de intensidade tecnológica exportaram mais do que em 2015: as de alta, média-alta e baixa intensidade. 

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Publicado em: 08/02/2017

Apesar do recuo do déficit em conta corrente para 1,3% do PIB em 2016, as contas externas brasileiras foram deficitárias em função da forte redução dos fluxos líquidosde capitais.

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Publicado em: 03/02/2017

O ano de 2016 não terminou tão mal, mas não devemos nos enganar sobre o significado do ano como um todo para a indústria: terceiro ano de crise e uma moderação tímida das perdas.

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Publicado em: 27/01/2017

Os resultados da PINTEC referente ao triênio 2012-2014 mostram um quadro pouco animador, no qual o ímpeto inovador das empresas industriais brasileiras permaneceu estável e o alcance das suas inovações esteve restrito ao ambiente local.

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Publicado em: 20/01/2017

A desvalorização cambial entre 2012 e 2015 contribuiu para atenuar a concorrência chinesa nas três principais regiões de destino das exportações brasileiras de bens manufaturados

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Publicado em: 13/01/2017

Em novembro, a atividade econômica do país ficou praticamente paralisada, depois de um mês de outubro bastante ruim.

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Publicado em: 06/01/2017

Em novembro, a alta da produção industrial além de muito pequena foi ensejada por apenas metade dos setores acompanhados pelo IBGE.

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Publicado em: 30/12/2016

A farmacêutica brasileira se prepara para dar mais um passo importante com o desenvolvimento da biotecnologia, mas enfrenta desafios devido à crise econômica.

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Publicado em: 23/12/2016

Segundo a CEPAL, os países latino americanos, como o Brasil, passam por um processo de desindustrialização, algo que poderia ser combatido com uma política industrial moderna e eficaz, como sugere a UNCTAD.

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Publicado em: 16/12/2016

Os dados recentes do PIB e dos principais setores da economia mostram uma deterioração adicional do quadro econômico, tornando mais difícil identificar elementos que possam pavimentar a recuperação.

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Publicado em: 09/12/2016

Segundo a OMC, o Brasil subiu no ranking dos maiores exportadores de manufaturas da 32ª posição em 2014 para 31ª em 2015. Mas essa inserção continua muito aquém do peso da indústria brasileira no mundo. 

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Publicado em: 02/12/2016

Em outubro, a produção industrial caiu mais uma vez, puxada justamente por aqueles setores que vinham tendo um desempenho mais promissor no primeiro semestre de 2016.

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Publicado em: 25/11/2016

No acumulado até setembro, todos os segmentos da indústria de transformação por intensidade tecnológica se retraíram frente a igual período de 2015, com o terceiro trimestre também registrando queda em todas.

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Publicado em: 18/11/2016

Os resultados da indústria, do comércio e dos serviços no terceiro trimestre de 2016 sugerem que faltam forças dinamizadoras que coloquem a economia nos trilhos da recuperação.

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Publicado em: 11/11/2016

A industrialização, segundo a Unctad, continua crucial na promoção do desenvolvimento e do crescimento econômico sustentado, o que torna preocupante a desindustrialização prematura por que passam alguns países, como o Brasil.

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Publicado em: 04/11/2016

Em setembro, a produção industrial voltou a crescer, mas o terceiro trimestre do ano não escapou de fechar no vermelho.

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Publicado em: 28/10/2016

As exportações de produtos da indústria de transformação finalmente tiveram resultado positivo no acumulado do ano até setembro de 2016. As vendas externas de todas as faixas por intensidade tecnológica cresceram à exceção da média-baixa.

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Publicado em: 21/10/2016

O segundo semestre do ano começou dando indícios de que o nível geral da atividade econômica perdeu força. Em agosto, indústria, comércio e serviços apresentaram recuos substanciais e generalizados entre seus segmentos.

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Publicado em: 20/10/2016

Organismos multilaterais (FMI, OCDE e Unctad) projetam desaceleração da atividade econômica e do comércio global em 2016, mas ligeira retomada em 2017, que pode contribuir para a recuperação da economia brasileira.