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A assimetria da balança comercial brasileira continuou se agravando em 2025, com a ampliação do superávit em bens e serviços de menor intensidade tecnológica e aprofundamento do déficit de itens mais tecnológicos. Isso apesar de importante resiliência do total de nossas exportações (+3,3% ante 2024) em um ambiente externo cada vez mais protecionista e de um robusto saldo positivo no acumulado do ano.
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US$ -133 bi
Enquanto o superávit total da balança foi de US$ 68,3 bilhões em 2025, o déficit de bens e serviços de alta e média-alta tecnologia atingiu US$ 133 bilhões, um avanço de 75% em relação a 2019.
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Por outro lado, os itens de média-baixa e baixa tecnologia, que incluem commodities agrícolas e minerais, além de bens industriais de início de cadeia, somaram superávit de US$ 198 bilhões, +89% ante 2019.
US$ +198 bi
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