DESTAQUE IEDI
31/08/2026
 
Custo do trabalho pós pandemia
 
O mercado de trabalho segue pressionado no Brasil. Em jul/23, a taxa de desemprego (5,3%) ficou novamente em seu mínimo histórico, segundo a última Pnad/IBGE. Tal conjuntura, associada à política de reajuste do mínimo, tem elevado os salários em termos reais e ensejado debates sobre a legislação trabalhista (redução da jornada 6x1). Enquanto isso, os juros altos seguem dificultando os investimentos e impedindo ganhos superiores de produtividade.
 
O indicador Custo Unitário do Trabalho (rendimento real/produtividade) está em acentuada elevação desde a pandemia, o que significa maior custo de trabalho por unidade produzida, com efeito sobre margens, inflação e competitividade.
 
 
No agregado da economia, a alta do indicador é de +18% entre o 1º trim/22 e o 1º trim/26, de +13% no caso da indústria total, que inclui construção, extrativa, SIUP, além da indústria de transformação, cujo CUT avançou +21% no período.
 
 
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