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O desempenho da indústria brasileira comparado com o do ano passado sugere, à primeira vista, relativa resiliência na primeira metade do ano, dado o quadro de elevadas taxas de juros que o país vive. A composição do resultado, porém, conta uma história bem diferente. Não fosse o ramo extrativo, que depende mais das exportações e da conjuntura externa, o resultado teria sido pior. A indústria de transformação parou, devido a suas atividades mais vulneráveis aos juros altos.
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+7,9%
Em jan-mai/26, a indústria como um todo cresceu +1,4%, isto é, pouca coisa abaixo de jan-mai/25 (+1,8%), apoiada na aceleração do ramo extrativo de +3,2% para +7,9%.
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A indústria de transformação, por sua vez, continuou perdendo dinamismo, saindo de +1,6% em jan-mai/25 para apenas +0,2% em jan-mai/26, com retração de -6,2% em bens de capital.
+0,2%
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