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O desempenho industrial na virada do semestre
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A indústria do país deu início à segunda metade do ano em virtual estabilidade, mesmo com uma base de comparação deprimida por dois meses consecutivos de declínio da produção. A pesquisa de hoje do IBGE e os dados do PIB de ontem indicam um quadro pouco favorável à necessidade de fortalecimento das capacidades industriais do Brasil. As atividades mais atingidas tem sido aquelas sensíveis ao ambiente de juros elevados, notadamente bens de capital devido ao enfraquecimento do investimento.
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A comparação de curto prazo mostra que a produção industrial do país refluiu de +1,4% no 1º trim/26 para +0,4% no trimestre seguinte e então para +0,2% em jul/26, com ajuste sazonal.
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O acumulado de jan-jul/26 repete o resultado de +1,1% de jan-jul/25, mas com piora em bens de capital (de +0,3% para -4,9%) e de consumo duráveis (de +6,1% para +1,9%).
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